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Apenas 6,9% dos materiais no mundo são reciclados, revela novo estudo global

Apenas 6,9% dos materiais são reciclados globalmente, segundo o Circularity Gap Report 2025. A urgência por uma economia circular é evidente.

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O Circularity Gap Report 2025 mostra que apenas 6,9% dos materiais usados no mundo são reciclados, o que indica uma necessidade urgente de mudar para uma economia circular. O relatório foi apresentado no 8º Fórum Mundial de Economia Circular em São Paulo e revela que o uso de matérias-primas virgens está aumentando, enquanto a reciclagem enfrenta muitos problemas. Atualmente, 90% dos materiais que são extraídos e consumidos viram resíduos. Nos últimos 50 anos, a extração de materiais triplicou, enquanto a população cresceu mais lentamente. O consumo por pessoa aumentou de 8,4 toneladas em 1970 para 12,2 toneladas em 2020, devido à urbanização e ao crescimento econômico. A maioria dos materiais reciclados vem de resíduos industriais e de demolição, com apenas 3,8% vindo de resíduos domésticos. Se todos os materiais recicláveis fossem reaproveitados, a reciclagem poderia aumentar para 25%, mas os sistemas atuais são ineficientes. No Brasil, apenas 8% dos resíduos sólidos urbanos recicláveis são realmente reciclados, apesar de o país gerar mais de 80 milhões de toneladas de resíduos por ano. A falta de coleta seletiva em muitos municípios é um grande obstáculo, e especialistas destacam a importância de campanhas de educação ambiental para melhorar a separação de resíduos pela população.

O Circularity Gap Report 2025 revela que apenas 6,9% dos materiais utilizados globalmente são reciclados, evidenciando a necessidade urgente de uma transição para uma economia circular. O relatório, lançado durante o 8º Fórum Mundial de Economia Circular em São Paulo, destaca que a utilização de matérias-primas virgens está em ascensão, enquanto a reciclagem enfrenta desafios significativos.

Atualmente, 90% dos materiais extraídos e consumidos se tornam resíduos. Nos últimos 50 anos, a extração de materiais triplicou, enquanto a população cresceu em um ritmo muito mais lento. O consumo per capita aumentou de 8,4 toneladas em 1970 para 12,2 toneladas em 2020, impulsionado pela urbanização e crescimento econômico. Ivonne Bojoh, CEO da Circle Economy, enfatiza que a reciclagem sozinha não resolverá a crise ambiental, sendo necessária uma transformação sistêmica.

O relatório aponta que a maioria dos materiais reciclados provém de resíduos industriais e de demolição, com apenas 3,8% oriundos de resíduos domésticos. Se todos os materiais recicláveis fossem efetivamente reaproveitados, a circularidade global poderia aumentar para 25%. Contudo, os sistemas de reciclagem atuais são considerados ineficientes. Dione Manetti, do Instituto Caminhos Sustentáveis, destaca que a falta de incentivos governamentais e a política tributária atual dificultam a ampliação da reciclagem no Brasil.

No país, apenas 8% dos resíduos sólidos urbanos recicláveis são efetivamente reciclados, apesar de produzir mais de 80 milhões de toneladas de resíduos anualmente. A infraestrutura de coleta seletiva é um dos principais obstáculos, com muitos municípios sem esse serviço. Telines Basilio do Nascimento Junior, presidente da Coopercaps, ressalta a importância de campanhas de educação ambiental para mudar o comportamento da população em relação à separação de resíduos.

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