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Mercados reagem a queda nos rendimentos dos Treasuries e otimismo nas relações EUA-China

Rendimentos dos Treasuries impactam o S&P 500, enquanto Japão registra recordes de investimentos estrangeiros em ações e títulos.

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O rendimento do Treasury de 10 anos caiu para 4,39%, o que ajudou o S&P 500 a subir. No início da semana, o rendimento tinha aumentado após os EUA e a China concordarem em reduzir tarifas por 90 dias. No entanto, o clima de incerteza voltou quando o rendimento ficou perto de 4,5%. Quando o rendimento do Treasury ultrapassa 4,5%, o S&P 500 tende a ter retornos mais baixos. A Richemont, empresa dona da Cartier, teve um aumento nas vendas, enquanto o Japão registrou um recorde de investimentos estrangeiros em suas ações e títulos. Os investidores estão otimistas com a possibilidade de cortes de juros pelo Federal Reserve, o que também influenciou o mercado.

O rendimento do Treasury de 10 anos caiu para 4,39%, resultando em uma alta significativa no S&P 500. A queda nos rendimentos ocorreu após um início de semana volátil, quando o rendimento chegou a 4,5%. A recuperação do índice S&P 500, que acumulou uma alta de 4,5% até quinta-feira, reflete a confiança dos investidores em um possível corte de juros pelo Federal Reserve (Fed).

A Richemont, empresa suíça dona da Cartier, reportou um aumento de 8% nas vendas, superando as expectativas do mercado. No Japão, o país registrou um recorde de 8,21 trilhões de ienes (aproximadamente 56,6 bilhões de dólares) em investimentos estrangeiros em ações e títulos em abril, o maior volume desde que os dados começaram a ser coletados em 1996. Essa movimentação é vista como uma resposta à incerteza nos mercados dos EUA.

Os futuros das ações americanas operam em alta, impulsionados pelo alívio nas tensões comerciais entre EUA e China. O economista-chefe da Jefferies International, Mohit Kumar, afirmou que o caminho de menor resistência para ativos de risco ainda é de alta. O dólar caiu pelo segundo dia consecutivo, enquanto o rendimento dos Treasuries de 10 anos recuou, aumentando as apostas em cortes de juros pelo Fed.

Além disso, o presidente do Fed de Atlanta, Raphael Bostic, previu uma desaceleração da economia dos EUA, mas não uma recessão. A economia japonesa, por sua vez, encolheu pela primeira vez em um ano, evidenciando sua vulnerabilidade. O iene se valorizou, enquanto o mercado de commodities viu o ouro e o petróleo caírem, refletindo a menor demanda por ativos de proteção.

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