Os irmãos Joesley e Wesley Batista, que controlam a JBS, não vão mais comprar ativos do Banco Master, que está enfrentando problemas financeiros. A decisão foi tomada por causa de preocupações sobre a estabilidade do banco. O Banco Master, que já estava em dificuldades, pediu ajuda do Fundo Garantidor de Crédito para lidar com sua dívida. Os ativos que estavam sendo discutidos agora devem ser vendidos separadamente para outros compradores, em vez de em um pacote. Os Batistas estavam esperando mais informações dos reguladores antes de fechar qualquer acordo, que estava sendo negociado há mais de um mês.
Os irmãos Joesley e Wesley Batista, controladores da JBS, encerraram as negociações para a aquisição de ativos do Banco Master. A decisão foi motivada por preocupações com a estabilidade financeira da instituição, que está sob supervisão do Banco Central.
O Banco Master, que enfrenta dificuldades financeiras, já havia anunciado uma venda para o Banco de Brasília (BRB), o que gerou incertezas sobre sua liquidez. Fontes afirmam que a J&F Investimentos, holding dos Batistas, considerou o acordo arriscado após discutir ativos, incluindo uma participação na empresa de mineração Itaminas.
Os ativos que estavam em negociação agora devem ser oferecidos de forma fragmentada a outros compradores. O Banco Master também solicitou ajuda do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) para auxiliar na rolagem de sua dívida. Essa solicitação pode estender o prazo do Banco Central para analisar a transação com o BRB.
Os irmãos Batista aguardavam sinais mais claros dos reguladores sobre a gestão das questões de liquidez antes de finalizar o acordo, que estava em discussão há mais de um mês. O Banco Central, sob a liderança de Gabriel Galípolo, busca uma solução que resolva todos os problemas do Banco Master de uma só vez.
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