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Justiça do Rio aprova antecipação de recuperação judicial da Invepar

Justiça do Rio de Janeiro suspende ações contra empresas da Invepar, que busca recuperação judicial para enfrentar dívida de R$ 1 bilhão.

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A Justiça do Rio de Janeiro decidiu que três empresas da Invepar, que têm uma dívida de mais de R$ 1 bilhão, podem entrar em recuperação judicial. Essa decisão suspendeu ações e execuções contra a Lamsa, Lambra e Via 040, que enfrentam problemas por causa de litígios. A Lamsa é responsável pela Linha Amarela no Rio, a Lambra já foi concessionária de uma rodovia no Peru, e a Via 040 cuidava de um trecho da BR-040. O juiz mencionou que os conflitos na Linha Amarela prejudicaram a mobilidade urbana e a capacidade de captar recursos. A medida cautelar também suspendeu cláusulas de vencimento antecipado e bloqueios de bens. A Invepar, que é acionista de entidades como Previ e Petros, busca reorganizar suas operações para lidar com a crise. Além das empresas em recuperação, a Invepar possui o Aeroporto Internacional de Guarulhos, que não faz parte desse processo.

A Justiça do Rio de Janeiro concedeu uma medida cautelar preparatória para a recuperação judicial de três empresas da Invepar, que enfrenta uma dívida superior a R$ 1 bilhão. A decisão, proferida pelo juiz Arthur Eduardo Ferreira, suspendeu ações e execuções contra a Lamsa, Lambra e Via 040, devido a prejuízos causados por litígios.

A Lamsa opera a Linha Amarela no Rio de Janeiro, enquanto a Lambra foi ex-concessionária de uma rodovia no Peru. A Via 040, até o ano passado, era responsável por um trecho da BR-040 entre Brasília e Juiz de Fora. O juiz destacou que os conflitos relacionados à Linha Amarela impactaram negativamente a mobilidade urbana, afetando a credibilidade da via e dificultando a captação de financiamentos.

Medidas Cautelares

Na decisão, foram deferidos pedidos para suspender cláusulas de vencimento antecipado de obrigações e vedar constrições de bens que fazem parte da recuperação judicial. Os escritórios Salomão Advogados, Galdino Advogados e Basilio Advogados estão à frente do processo. A Invepar, que também é acionista de entidades como Previ, Petros e Funcef, busca reestruturar suas operações para enfrentar a crise financeira.

Além das empresas em recuperação, a Invepar é proprietária do Aeroporto Internacional de Guarulhos, que não está incluído no processo de recuperação judicial. A situação atual reflete os desafios enfrentados pela companhia em um cenário de dificuldades financeiras e litígios que afetam suas operações.

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