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Trabalhadores podem renegociar empréstimos consignados a partir desta sexta-feira

Trabalhadores poderão renegociar dívidas de empréstimos consignados a partir de hoje, facilitando a troca de bancos e redução de juros.

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A partir de hoje, trabalhadores com empréstimos consignados antigos podem renegociar suas dívidas usando a portabilidade, que facilita a troca de bancos para conseguir melhores condições. Isso significa que eles podem mudar para uma instituição financeira que ofereça taxas de juros mais baixas, sem precisar de intermediários. A quitação do empréstimo antigo e a contratação do novo acontecem automaticamente entre os bancos, mas o trabalhador precisa ir até a nova instituição, pois a troca não pode ser feita pela Carteira do Trabalho Digital. O governo espera que essa mudança ajude a aumentar os financiamentos do programa Crédito do Trabalhador, que já emprestou mais de R$ 11 bilhões em menos de dois meses. A média dos empréstimos é de cerca de R$ 5.383,22, com uma prestação média de R$ 317,20 em um prazo de 17 meses. Atualmente, 35 instituições financeiras estão oferecendo essa linha de crédito, e a expectativa é que o volume de empréstimos chegue a R$ 100 bilhões até junho.

A partir desta sexta-feira, trabalhadores da iniciativa privada com empréstimos consignados antigos poderão renegociar suas dívidas utilizando a portabilidade. Essa mudança facilita a troca de bancos, permitindo que os trabalhadores busquem condições mais vantajosas, como taxas de juros menores.

A portabilidade possibilita que o trabalhador transfira seu empréstimo para outra instituição financeira sem intermediação. A quitação do empréstimo antigo e a contratação do novo são realizadas automaticamente entre os bancos. No entanto, o trabalhador deve procurar a nova instituição, pois a troca ainda não pode ser feita pela Carteira de Trabalho Digital.

O programa Crédito do Trabalhador, lançado em março, já contratou mais de R$ 8 bilhões. Desde o início da migração de dívidas em abril, o volume de recursos emprestados ultrapassa R$ 3 bilhões. A expectativa do governo é que a troca de bancos aumente ainda mais os financiamentos, que já somam R$ 11,3 bilhões em menos de dois meses.

O Banco do Brasil lidera os empréstimos, com R$ 3,1 bilhões concedidos, principalmente para quitar dívidas mais caras. O governo projeta que essa modalidade de crédito pode movimentar cerca de R$ 100 bilhões até junho. Atualmente, 35 instituições financeiras estão operando com o Crédito do Trabalhador, e mais de 70 já estão habilitadas.

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