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Lojas sem funcionários crescem na Coreia do Sul em meio à crise de mão de obra

A automatização avança na Coreia do Sul, onde lojas sem funcionários surgem como solução para a crise demográfica e o aumento dos salários.

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Na Coreia do Sul, muitas lojas estão se tornando automatizadas e não têm funcionários. Isso acontece porque o país enfrenta uma crise de natalidade, com a menor taxa do mundo, e os salários estão aumentando. Por exemplo, em Seul, há sorveterias e bares que funcionam sem empregados, onde os clientes escolhem os produtos e pagam em quiosques automáticos. Kim Sung-rae, dono de um bar automatizado, disse que essa mudança ajudou a aumentar seus lucros, já que ele não precisa pagar muitos funcionários. A taxa de natalidade no país é muito baixa, e para manter a população estável, seria necessário ter uma média de 2,1 filhos por mulher, mas atualmente é de apenas 0,72. Além disso, a nova geração não quer trabalhar em empregos considerados difíceis ou perigosos, preferindo buscar oportunidades em áreas mais modernas e tecnológicas. O Instituto de Pesquisas Econômicas da Coreia estima que 43% dos empregos podem ser substituídos pela automação nos próximos 20 anos. Kwon Min-jae, que administra lojas sem funcionários, disse que começou seu negócio em 2022 e agora gerencia mais de 100 lojas. Apesar de não ter funcionários, ele contrata pessoas para cuidar da manutenção das lojas. A segurança nas lojas é alta, e muitos clientes se sentem à vontade para deixar seus pertences. A automatização está mudando o mercado de trabalho na Coreia do Sul, e os donos de lojas estão otimistas com as novas oportunidades que surgem.

A Coreia do Sul enfrenta uma crise demográfica com a taxa de natalidade mais baixa do mundo, impactando o mercado de trabalho e levando a um aumento nos salários mínimos. Em resposta, o crescimento de lojas automatizadas sem funcionários, como bares e sorveterias, está se expandindo. Essa mudança é impulsionada pela necessidade de reduzir custos e pela preferência da nova geração por empregos menos tradicionais.

Na periferia de Seul, lojas de conveniência e sorveterias operam 24 horas sem funcionários. Os clientes podem pegar produtos e pagar em quiosques automáticos. Kim Sung-rae, fundador de um bar sem funcionários, relata que a automatização permite maior lucro e menos dependência de mão de obra. A taxa de fertilidade na Coreia do Sul é de apenas 0,72 filhos por mulher, muito abaixo do necessário para manter a população estável.

O aumento do salário mínimo, atualmente em cerca de R$ 39 por hora, também contribui para a automatização. Kim explica que a opção por não contratar funcionários é uma resposta direta a esses custos. A pandemia de covid-19 acelerou essa tendência, já que a automatização ajudou a contornar as restrições de distanciamento social.

A nova geração de trabalhadores evita empregos considerados “3D” (sujo, difícil e perigoso). Cho Jung-hun, membro do partido governista, destaca que a juventude busca oportunidades em setores de alta tecnologia. O Instituto de Pesquisas Econômicas da Coreia estima que quarenta e três por cento dos empregos podem ser substituídos pela automação nos próximos 20 anos.

Kwon Min-jae, CEO da empresa Brownie, gerencia lojas sem funcionários e oferece serviços de manutenção. Ele começou seu negócio em 2022 e atualmente administra mais de 100 lojas. A segurança nas lojas é alta, com casos raros de furtos, e os proprietários preferem pagar pela gestão do que lidar com as operações diretamente. Essa tendência reflete um otimismo em relação às novas oportunidades econômicas que surgem com a automatização.

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