O Preakness Stakes, uma famosa corrida de cavalos nos Estados Unidos, aconteceu no último sábado, 20 de maio, em Baltimore, celebrando sua 150ª edição. Este ano, a corrida enfrentou dificuldades econômicas devido às tarifas do governo Trump, resultando em uma queda na presença do público, que foi de cerca de 46 mil pessoas, comparado a 131 mil em 2019. Apesar disso, as apostas atingiram um recorde de 348 mil dólares, superando o anterior de 260 mil dólares. A incerteza econômica fez com que muitos apostadores arriscassem mais. Ray De Rubin, um visitante pela primeira vez, apostou em três cavalos e se mostrou otimista, dizendo que apostar é uma forma de jogo com altos e baixos. As tarifas, que começaram em abril, afetaram o mercado financeiro e geraram pessimismo entre os consumidores, com empresas como McDonald’s reportando queda nas vendas. O CEO da Churchill Downs, Bill Carstanjen, mencionou que a hesitação dos compradores está ligada a essas incertezas. O estado de Maryland planeja reformar o Pimlico, mas os impactos das tarifas no projeto de meio bilhão de dólares ainda são incertos. O Preakness é conhecido por tradições como o coquetel Black-Eyed Susan e o troféu Woodlawn Vase, que vale 4 milhões de dólares. Mesmo com a diminuição do público, o evento continua a atrair pessoas em busca de diversão, como Anthony Walker, que apostou menos por causa da situação econômica. O Preakness, apesar dos desafios, permanece um evento de emoção e tradição.
O Preakness Stakes, uma das corridas mais icônicas dos Estados Unidos, ocorreu no último sábado, 20 de maio, no Pimlico Race Course, em Baltimore. Este ano, a corrida celebra sua 150ª edição, mas enfrenta desafios econômicos significativos devido às políticas tarifárias do governo Trump, que impactaram a participação do público e aumentaram as apostas.
A corrida atraiu cerca de 46 mil pessoas, uma queda acentuada em relação aos 131 mil que compareceram em 2019. Apesar disso, as apostas quebraram recordes, com 348 mil dólares apostados em futuros, superando o recorde anterior de 260 mil dólares. O clima de incerteza econômica, exacerbado por tarifas globais, levou muitos apostadores a arriscar mais em busca de uma recuperação financeira.
Entre os frequentadores, Ray De Rubin, que estava em sua primeira visita ao Preakness, comentou sobre sua experiência. Ele apostou em três dos cinco cavalos na corrida e, apesar de não ter vencido, expressou otimismo em relação ao futuro. “Investir e apostar em cavalos é uma forma de jogo. Você tem altos e baixos”, afirmou.
Impacto das Tarifas
As tarifas impostas por Trump, anunciadas em abril, causaram uma queda significativa no mercado financeiro, levando a uma onda de pessimismo entre os consumidores. O Fundo Monetário Internacional alertou sobre a possibilidade de uma recessão global, enquanto empresas como McDonald’s relataram queda nas vendas. O CEO da Churchill Downs, Bill Carstanjen, destacou que a hesitação dos compradores está diretamente ligada às incertezas econômicas.
Enquanto isso, o estado de Maryland planeja uma grande reforma no Pimlico, com a construção de um novo hipódromo e um centro de treinamento moderno. A Maryland Stadium Authority reconheceu que as tarifas podem impactar o projeto de meio bilhão de dólares, mas os efeitos ainda são incertos.
Tradições e Festividades
O Preakness é conhecido por suas tradições, como o coquetel Black-Eyed Susan, uma mistura de bourbon e vodka, e o troféu Woodlawn Vase, avaliado em 4 milhões de dólares. A festa no infield, que já foi descrita como a “mais salaz” do calendário esportivo, continua a atrair uma multidão diversificada, mesmo com a diminuição da participação nos últimos anos.
Os frequentadores buscam uma pausa da instabilidade econômica, como Anthony Walker, que planejou apostar, mas com cautela. “Estou apostando 50% menos, por causa da situação econômica”, disse. O Preakness, apesar dos desafios, continua a ser um evento que combina emoção, tradição e uma dose de incerteza, refletindo o clima econômico atual.
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