A Trius Capital e a Regai anunciaram a criação de um fundo de R$ 500 milhões para comprar e regenerar pastagens degradadas no Cerrado. O objetivo é usar técnicas de integração entre lavoura, pecuária e floresta. As terras adquiridas serão arrendadas para a cooperativa Cocamar. O fundo, que será um investimento em cadeias agroindustriais, terá três tipos de cotas: sênior, mezanino e subordinada. A cota sênior será para investidores profissionais, a mezanino para membros do agronegócio e a subordinada, que será a maioria, para donos de terras, fundos de pensão e bancos de desenvolvimento. O fundo está sendo apresentado a investidores desde a segunda metade do ano passado, mas ainda não tem uma data definida para lançamento.
A Trius Capital e a Regai anunciaram a criação de um fundo de R$ 500 milhões destinado à compra e regeneração de pastagens degradadas no Cerrado. O objetivo é implementar práticas sustentáveis de cultivo, utilizando a técnica de integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF). As terras adquiridas serão arrendadas para a cooperativa agrícola Cocamar.
Os executivos João Carlos Telles, da Regai, e Rodrigo Felippe Afonso, da Trius, lideram a iniciativa. Ambos têm experiência no Banco do Brasil, onde ocuparam cargos de destaque. Eles estão em contato com investidores locais e internacionais para viabilizar o fundo.
O investimento será estruturado como um Fundo de Investimento nas Cadeias Agroindustriais (Fiagro), com três classes de cotas: sênior, mezanino e subordinada. A cota sênior será destinada a investidores profissionais, enquanto a mezanino será voltada a membros da cadeia do agronegócio. As cotas subordinadas, que comporão a maior parte do fundo, serão oferecidas a proprietários de terras, fundos de pensão e bancos de desenvolvimento.
O processo de captação de recursos começou na segunda metade do ano passado. O lançamento do fundo ocorrerá quando houver garantias firmes para as três classes de cotas.
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