O fundo imobiliário Santander Renda de Aluguéis, conhecido como SARE11, decidiu vender seu portfólio de imóveis para o BTG Pactual por R$ 476 milhões em cotas ou R$ 408,7 milhões em dinheiro. Essa venda gerou descontentamento entre os investidores, que acham que o valor está muito abaixo do valor patrimonial estimado em R$ 725 milhões. O portfólio inclui três imóveis principais: 75% do WT Morumbi, o edifício Work Bela Cintra e 100% do Galpão Santo André. Os investidores podem escolher receber o pagamento em cotas do fundo BTG Pactual Logística ou em dinheiro. A decisão de venda acontece em um momento em que o SARE11 está sendo negociado com um desconto de 40% em relação ao seu valor patrimonial. A reação dos cotistas foi negativa, com alguns expressando que o gestor deveria ter vergonha da proposta e sugerindo que o fundo deveria ter buscado uma venda mais competitiva.
O fundo imobiliário Santander Renda de Aluguéis (SARE11) decidiu vender seu portfólio de imóveis para o BTG Pactual por R$ 476 milhões em cotas ou R$ 408,7 milhões à vista. A transação gerou descontentamento entre investidores, que consideram o valor significativamente abaixo do valor patrimonial estimado em R$ 725 milhões.
O portfólio do SARE11, adquirido entre 2019 e 2021 por cerca de R$ 575 milhões, inclui três ativos principais: 75% do WT Morumbi, um complexo de lajes corporativas na Marginal Pinheiros; o edifício Work Bela Cintra; e 100% do Galpão Santo André, um condomínio logístico. Além dos imóveis, a venda abrange cotas de fundos imobiliários e o caixa do fundo.
Os investidores terão duas opções para receber o pagamento: R$ 476 milhões em cotas do fundo imobiliário BTG Pactual Logística (BTLG11), avaliadas a valor patrimonial, ou R$ 408,7 milhões em dinheiro. A decisão de venda surge em um contexto onde o SARE11 está sendo negociado com um desconto de 40% em relação ao seu valor patrimonial.
A reação inicial de alguns cotistas foi negativa. Um usuário da plataforma Clube FII expressou descontentamento, afirmando que o gestor deveria ter vergonha da proposta. Outro investidor sugeriu que o fundo deveria considerar um processo competitivo para a venda dos imóveis, em vez de aceitar um desconto tão elevado.
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