Cento e cinco acionistas processaram a Americanas, pedindo indenização pelos prejuízos da fraude contábil que afetou suas ações. O prazo para que mais investidores se juntem à ação termina em 21 de abril. O Instituto Brasileiro de Cidadania (Ibraci) está liderando o processo na 4ª Vara Empresarial do Rio, buscando compensação por danos morais e materiais. Para participar, os investidores devem apresentar documentos que comprovem a compra de ações da empresa antes de 12 de janeiro de 2023, quando as ações estavam a R$ 12, antes de despencarem para R$ 2,72 no dia seguinte ao escândalo.
Cento e cinco acionistas da Americanas se habilitaram em uma ação civil pública que busca indenização por danos morais e materiais decorrentes de um escândalo de fraude contábil. O prazo para habilitação dos investidores lesados termina em 21 de abril.
A ação foi movida pelo Instituto Brasileiro de Cidadania (Ibraci) e tramita na 4ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro. A entidade solicita a condenação da empresa ao pagamento de compensação por danos morais e indenização por danos materiais individuais. Para participar, os investidores devem apresentar documentos que comprovem a compra de ações da Americanas antes de 12 de janeiro de 2023.
Na véspera da revelação do escândalo, as ações da varejista estavam cotadas a R$ 12. Após a divulgação da fraude, o valor despencou para R$ 2,72, conforme destacou Gabriel de Britto Silva, diretor jurídico do Ibraci. A queda acentuada no valor das ações gerou grandes prejuízos para os acionistas, que agora buscam reparação na Justiça.
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