A Moody’s melhorou a nota da Eletrobras de “Ba2” para “Ba1” e manteve a perspectiva estável. A Fitch, por sua vez, manteve a nota em “BB-” e mudou a perspectiva de negativa para estável. A Moody’s destacou que a Eletrobras está aumentando sua lucratividade e que um acordo com o governo ajudou a resolver uma disputa sobre o limite de voto na empresa. Após a privatização em junho de 2022, a Eletrobras implementou um plano para reduzir custos e riscos, além de diminuir suas dívidas. A agência acredita que a empresa terá reservas suficientes para operar por dois anos sem precisar de novos empréstimos. A Fitch elogiou o bom desempenho da Eletrobras e espera que a empresa continue gerando caixa com vendas de energia a preços altos.
A Moody’s elevou o rating da Eletrobras de “Ba2” para “Ba1” nesta segunda-feira, mantendo a perspectiva da empresa em estável. A Fitch Ratings também revisou sua perspectiva de negativa para estável, mantendo o rating em BB-. As agências destacaram melhorias na lucratividade e na gestão de liquidez da companhia.
A melhoria do rating pela Moody’s reflete o progresso da Eletrobras em sua estratégia de aumentar a lucratividade. A agência também mencionou o acordo com o governo federal que encerrou a disputa judicial sobre o limite de voto na empresa, um tema controverso desde a privatização em junho de 2022. A Moody’s elogiou a implementação de um plano de simplificação corporativa, que visa a redução de custos e riscos.
A Moody’s espera que a Eletrobras mantenha uma gestão de liquidez prudente, com reservas suficientes para operar por 24 meses sem acessar o mercado de dívida. Por sua vez, a Fitch ressaltou que a perspectiva estável é resultado do desempenho positivo do grupo e da expectativa de aumento na geração de caixa devido a vendas de energia a preços superiores ao previsto.
Essas avaliações positivas indicam um fortalecimento da Eletrobras após a privatização, refletindo um cenário mais favorável para a empresa no mercado.
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