O governo do Reino Unido anunciou novas regras para o setor de “buy now, pay later” (BNPL), que inclui empresas como Klarna e Afterpay. Essas regras visam regular os empréstimos de curto prazo, que têm crescido rapidamente, e garantir que os consumidores não fiquem presos em dívidas. As empresas de BNPL precisarão fazer verificações de crédito antes de conceder empréstimos e facilitar o acesso a reembolsos. Além disso, os consumidores poderão levar suas reclamações ao Ombudsman Financeiro. As novas regras devem entrar em vigor no próximo ano. A Klarna e a Clearpay, do Afterpay, apoiaram a regulamentação, mas expressaram preocupações sobre a aplicação de regras antigas ao seu modelo de negócios. O governo também planeja atualizar a Lei de Crédito ao Consumidor para refletir as novas formas de empréstimo.
O governo do Reino Unido anunciou, nesta segunda-feira, novas propostas para regulamentar o setor de buy now, pay later (BNPL), visando acabar com a falta de regras que caracteriza esse mercado. Empresas como Klarna e Afterpay, que oferecem financiamento sem juros, têm gerado preocupações sobre a acessibilidade e o endividamento dos consumidores.
As novas diretrizes exigem que as empresas de BNPL realizem verificações de crédito antes de conceder empréstimos, garantindo que os consumidores possam arcar com os pagamentos. Além disso, os clientes poderão levar suas queixas ao Ombudsman Financeiro, um serviço criado para resolver disputas entre consumidores e instituições financeiras. A implementação das regras está prevista para o próximo ano.
A Ministra da Cidade, Emma Reynolds, afirmou que as medidas visam proteger os consumidores de armadilhas financeiras e proporcionar um ambiente mais seguro para o crescimento do setor. Klarna manifestou apoio à regulamentação, destacando que isso trará clareza e consistência ao mercado. A Clearpay, braço do Afterpay no Reino Unido, também elogiou a iniciativa, afirmando que a regulamentação criará uma base mais sustentável para o futuro do BNPL.
Embora as empresas tenham se mostrado favoráveis à regulamentação, há preocupações sobre a aplicação de regras antiquadas, como as do Consumer Credit Act, que existe há mais de cinquenta anos. O governo planeja adaptar essa legislação para refletir as novas formas de empréstimo e consumo.
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