O Reino Unido e a União Europeia assinaram um novo acordo comercial que deve ajudar a baixar os preços dos alimentos e facilitar o comércio entre eles. O acordo, que foi assinado recentemente, trata de temas como pesca, exportações agrícolas e viagens. O CEO da rede de supermercados Morrisons afirmou que isso vai diminuir os custos e a complexidade das importações de alimentos. A Asda também elogiou o acordo, dizendo que ele pode reduzir custos e burocracia para produtos frescos e bens transportados para a Irlanda do Norte. Associações empresariais, como a Confederação da Indústria Britânica e a Federação de Alimentos e Bebidas, consideraram o acordo um grande avanço, mas alertaram que ainda há muito a ser feito para fortalecer as relações comerciais.
O Reino Unido e a União Europeia firmaram um novo acordo comercial que promete reduzir a pressão sobre os preços dos alimentos e facilitar o comércio entre as partes. O pacto, assinado na segunda-feira, abrange questões como direitos de pesca, exportações agrícolas, comércio, viagens e defesa.
O CEO da rede de supermercados Morrisons, Rami Baitiéh, destacou que o acordo “vai aliviar uma fonte de pressão sobre os preços dos alimentos”. Ele enfatizou que a eliminação de barreiras comerciais com a UE reduzirá custos e complexidade nas importações de alimentos. A expectativa é que mercados de exportação para carne e peixe britânicos se tornem mais acessíveis.
A Asda também elogiou o acordo, afirmando que ele pode “reduzir significativamente custos e burocracia” tanto para produtos frescos importados da UE quanto para os bens transportados diariamente para a Irlanda do Norte. Um porta-voz da empresa expressou a esperança de que o acordo seja finalizado rapidamente para maximizar os benefícios para os consumidores.
Reações do Setor Empresarial
Diversas associações empresariais, como a Confederação da Indústria Britânica (CBI) e a Federação de Alimentos e Bebidas (FDF), consideraram o acordo um “avanço significativo”. Rain Newton-Smith, CEO da CBI, afirmou que o encontro representa um “salto à frente” nas relações entre a UE e o Reino Unido.
Shevaun Haviland, diretor geral da British Chambers of Commerce (BCC), também ressaltou que o acordo é um ponto de virada nas relações comerciais, mas alertou que ainda há muito a ser feito. Ele enfatizou que o pacto deve servir como base para um relacionamento comercial mais forte no futuro.
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