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Ibovespa atinge novo recorde e supera a marca de 140 mil pontos

Ibovespa atinge novo recorde histórico, superando 140 mil pontos, impulsionado por recomendação do Morgan Stanley e expectativas políticas.

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O Ibovespa, índice da B3, atingiu um novo recorde histórico ao fechar acima de 140 mil pontos pela primeira vez, marcando 140.109 pontos com uma alta de 0,34%. Esse crescimento foi impulsionado por uma nova recomendação do Morgan Stanley, que passou a sugerir a compra de ações brasileiras, especialmente nos setores de energia e infraestrutura. O banco acredita que o Brasil está com preços atrativos e prevê que o Ibovespa pode chegar a 189 mil pontos em 2024. Além disso, a expectativa de mudanças políticas em 2027 e fatores como a possível queda nas taxas de juros e a desvalorização do dólar são vistos como positivos para o mercado. Especialistas destacam que a resolução de tarifas entre os EUA e a China e a expectativa de um dólar mais fraco também ajudam a atrair investimentos. Até agora, investidores internacionais já aplicaram R$ 20,5 bilhões na B3 este ano, buscando melhores retornos.

O Ibovespa alcançou um novo recorde histórico de fechamento nesta terça-feira, superando pela primeira vez a marca de 140 mil pontos. O índice da B3 fechou em 140.109 pontos, com uma alta de 0,34%. O movimento positivo foi impulsionado por uma nova recomendação do Morgan Stanley, que alterou sua avaliação sobre ações brasileiras de “neutra” para “compra”, destacando o setor de energia, infraestrutura e construção civil.

O relatório do banco americano aponta que o Brasil está “barato” e prevê que o Ibovespa pode atingir 189 mil pontos em 2024, representando uma valorização de 35% em relação ao novo recorde. Os analistas acreditam que a expectativa de uma mudança política em 2027 pode tornar os papéis ainda mais atraentes. Fatores como o enfraquecimento do atual governo, o possível fim do ciclo de alta de juros e a desvalorização do dólar são vistos como positivos para o mercado.

Expectativas do Mercado

Rodrigo Santoro, chefe de Renda Variável na Bradesco Asset, comentou que uma série de fatores externos favoráveis, como a resolução de tarifas entre EUA e China, contribuiu para o desempenho do índice. Ele destacou que a expectativa de um dólar mais fraco e a temporada de resultados do primeiro trimestre também são sinais otimistas.

Ricardo França, analista da Ágora Investimentos, ressaltou que o investidor global está cada vez mais sensível a preços e em busca de novas geografias, o que tem beneficiado a entrada de recursos no Brasil. No acumulado do ano, o investidor internacional já aportou R$ 20,5 bilhões no segmento secundário da B3, evidenciando um movimento de rotação de carteira em busca de ativos com melhores retornos.

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