O INSS informou que recebeu mais de 1,8 milhão de pedidos de reembolso de aposentados e pensionistas que tiveram descontos indevidos em seus benefícios. Esses pedidos representam 20% dos 9 milhões de segurados notificados sobre descontos entre 2020 e 2025. As notificações foram enviadas pelo aplicativo Meu INSS e pela Central de Atendimento. O governo disse que 41 entidades foram contestadas e elas têm 15 dias úteis para provar que os descontos foram autorizados. Se não conseguirem, terão que devolver o dinheiro. Os aposentados que não reconhecerem os descontos podem pedir a devolução pelo aplicativo ou pelo telefone. Durante esse período, foram descontados R$ 5,9 bilhões, mas parte desses descontos foi considerada correta. A Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União estão investigando os descontos não autorizados, o que levou a mudanças na gestão do INSS e à suspensão de acordos de desconto.
O INSS anunciou nesta quarta-feira que recebeu 1.882.317 pedidos de reembolso de aposentados e pensionistas que tiveram descontos indevidos em seus benefícios. Esses pedidos representam 20% do total de 9 milhões de segurados notificados sobre descontos associativos entre 2020 e 2025.
As notificações foram enviadas pelo aplicativo Meu INSS e pela Central de Atendimento, telefone 135. O governo informou que 41 entidades foram contestadas e que as associações terão 15 dias úteis para comprovar a autorização dos descontos. Caso não consigam, deverão devolver os valores aos segurados.
Os aposentados que não reconhecerem os descontos podem solicitar a devolução diretamente pelo aplicativo ou pelo telefone. R$ 5,9 bilhões foram descontados durante o período mencionado, mas o presidente do INSS, Gilberto Waller Júnior, destacou que parte desses descontos foi realizada corretamente.
Na semana passada, 27 milhões de beneficiários foram informados de que não sofreram descontos. Para verificar se houve desconto, os segurados devem acessar o aplicativo, fazer login e consultar a aba de notificações. A operação da Polícia Federal e da Controladoria-Geral da União, que investiga descontos não autorizados, resultou em mudanças na gestão do INSS e na suspensão de acordos de desconto.
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