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Méliuz avalia listagem na OTCQX e planeja captar R$ 150 milhões para Bitcoin

Méliuz (CASH3) planeja captar R$ 150 milhões para investir em Bitcoin e avalia listagem na OTC Markets dos EUA.

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A Méliuz (CASH3) está considerando listar suas ações na OTC Markets, nos Estados Unidos, e planeja captar R$ 150 milhões para investir em Bitcoin. A empresa já comprou R$ 160 milhões em criptomoedas neste mês e se apresenta como a primeira “Bitcoin Treasury Company” da América Latina, focando no acúmulo de Bitcoin. A listagem deve ocorrer no segmento OTCQX Markets, que tem altos padrões de governança. A oferta de ações é uma das poucas esperadas para 2025, em um semestre fraco para captações na Bolsa, devido aos altos juros. A Méliuz já havia feito uma compra anterior de R$ 24 milhões em Bitcoin em março e agora busca mais recursos, que podem ser obtidos também por meio de títulos de dívida conversíveis em ações.

A Méliuz (CASH3) anunciou que está avaliando a possibilidade de listar suas ações na OTC Markets, nos Estados Unidos. A empresa, que já é reconhecida no mercado de cashback, busca se tornar a primeira “Bitcoin Treasury Company” da América Latina. A listagem está prevista para o segmento OTCQX Markets, que possui o mais alto nível de governança e compliance.

A companhia planeja captar R$ 150 milhões para investir em Bitcoin, após já ter adquirido R$ 160 milhões em criptomoedas neste mês. A mudança de foco para o acúmulo de Bitcoin foi aprovada pelos acionistas, permitindo que a Méliuz utilize sua geração de caixa e o mercado de capitais para esse fim.

A oferta de ações, que deve ocorrer em 2025, é considerada a quarta do ano e ocorre em um contexto de baixa captação na Bolsa, devido aos juros altos. Até agora, apenas três empresas realizaram ofertas subsequentes em 2025, levantando R$ 3,4 bilhões, um valor 30% inferior ao do ano anterior.

A demanda por ações tem sido fraca, com saques nos fundos de ações totalizando R$ 9 bilhões em abril, levando o acumulado do ano a R$ 35 bilhões. A Méliuz, que já fez sua primeira compra de Bitcoin em março, agora busca expandir seus investimentos em criptomoedas. A oferta de ações será coordenada pelo BTG Pactual, e a empresa também considera a emissão de títulos de dívida conversíveis em ações.

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