O aeroporto Newark Liberty tem enfrentado problemas como falta de controladores de tráfego aéreo e obras nas pistas, resultando em interrupções. O CFO da American Airlines, Devon May, disse que alguns passageiros estão escolhendo outros aeroportos, mas o impacto disso é considerado pequeno. A FAA pediu que as companhias aéreas reduzam temporariamente os voos em Newark para ajudar a aliviar a situação. A American Airlines tem cerca de 4% do mercado em Newark, enquanto a United Airlines domina com quase 70% e já anunciou cortes de 35 voos por dia. Além disso, o governo dos EUA planeja investir bilhões para modernizar o sistema de controle de tráfego aéreo.
Recentemente, o Aeroporto Internacional de Newark Liberty tem enfrentado interrupções significativas devido à escassez de controladores de tráfego aéreo e obras nas pistas. O CFO da American Airlines, Devon May, afirmou que alguns passageiros estão optando por outros aeroportos, como LaGuardia e JFK, mas considerou o impacto como “modesto”.
A Administração Federal de Aviação (FAA) determinou cortes temporários de voos em Newark para aliviar a congestão. A American Airlines possui cerca de 4% de participação de mercado no aeroporto, segundo dados da Autoridade Portuária de Nova York e Nova Jersey. May destacou que, embora haja uma mudança de comportamento dos viajantes, ela não é significativa em relação à rede mais ampla da companhia.
A United Airlines domina o mercado em Newark, com quase 70% de participação. Recentemente, a companhia anunciou a redução de 35 voos diários para melhorar a situação. Além disso, o secretário de Transporte dos Estados Unidos, Sean Duffy, informou que o país investirá bilhões na modernização do sistema de controle de tráfego aéreo, com um orçamento de R$ 12,5 bilhões destinado a essa finalidade.
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