O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, pediu ao governo que convoque 200 candidatos do cadastro de reserva do último concurso para preencher vagas de auditor até o final de 2025. O custo estimado para essa convocação é de R$ 5,8 milhões. Galípolo argumenta que essa medida é importante para manter a operação do Banco Central e garantir a qualidade dos serviços prestados à sociedade. Atualmente, o Banco Central tem apenas 3.166 servidores, menos da metade das 6.470 vagas previstas. A redução no número de funcionários se deve a aposentadorias e à falta de novos concursos, já que o último teve apenas cem vagas após mais de dez anos sem contratações. Galípolo se reuniu com a ministra Esther Dweck para discutir a situação, mas a convocação depende da análise do governo sobre a disponibilidade orçamentária e as necessidades de outros órgãos. A diminuição do quadro de funcionários foi usada como argumento para defender uma proposta que daria mais autonomia ao Banco Central.
O presidente do Banco Central do Brasil, Gabriel Galípolo, solicitou ao governo a convocação de duzentos candidatos do cadastro de reserva do último concurso, realizado em 2024. O pedido, feito em ofício à ministra Esther Dweck, visa preencher vagas de auditor até o final de 2025 e terá um impacto orçamentário de R$ 5,8 milhões.
Galípolo argumenta que a medida é essencial para a preservação da capacidade operacional do Banco Central e para garantir a continuidade das ações essenciais da autarquia. Atualmente, o BC conta com 3.166 servidores, menos da metade dos 6.470 cargos previstos em lei. A redução no quadro de funcionários é resultado de aposentadorias e da falta de novos concursos, que não ocorrem há mais de dez anos, exceto pelo último, que ofereceu apenas cem vagas.
O ofício foi enviado em 6 de maio, antes de uma reunião entre Galípolo e Dweck, onde a necessidade de reforços foi discutida. A ministra ficou de avaliar a solicitação, considerando as restrições orçamentárias do governo e as demandas de outros órgãos. A convocação dos excedentes só será analisada após a posse de candidatos aprovados em outros concursos.
A diminuição do quadro de servidores foi utilizada como argumento para defender a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que busca autonomia financeira e orçamentária para o Banco Central. Galípolo, que é próximo ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, tem enfatizado a importância de garantir condições adequadas para que os servidores desempenhem suas funções.
Entre na conversa da comunidade