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Botafogo busca reduzir impostos sobre premiação do Mundial com ajuda de escritório americano

Botafogo busca reduzir em 50% a carga tributária sobre premiação do Mundial de Clubes com ajuda do escritório Steptoe. Decisão deve ser rápida.

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Botafogo, Fluminense e Palmeiras estão se preparando para o Mundial de Clubes e contrataram um escritório americano para ajudar a reduzir os impostos altos sobre a premiação. O Botafogo, que é uma Sociedade Anônima do Futebol (SAF) e tem um acionista que faz negócios nos Estados Unidos, está buscando maneiras legais de diminuir a carga tributária. O escritório está analisando como usar a estrutura do acionista para melhorar a situação fiscal do clube. Sem uma estratégia, os clubes poderiam perder quase 50% da premiação em impostos, sendo que a alíquota federal é de 30% e pode haver tributos estaduais de até 10%. O Botafogo espera reduzir o imposto federal para 21% sobre o lucro líquido. A decisão precisa ser tomada rapidamente, pois a delegação do clube embarca para o Mundial no dia 6 de junho e é necessário preencher formulários da Receita Federal antes da viagem. O clube tem cerca de duas semanas para resolver essa questão.

Botafogo, Fluminense e Palmeiras estão se preparando para o Mundial de Clubes, que terá início em junho. Os clubes brasileiros buscam alternativas para reduzir as altas taxas do governo dos Estados Unidos sobre a premiação.

O Botafogo, que opera como uma Sociedade Anônima do Futebol (SAF), conta com um acionista majoritário que possui negócios nos EUA. Para isso, o clube contratou o escritório americano Steptoe, que analisa formas legais de diminuir a carga tributária. A retenção pode chegar a 30% sobre o lucro líquido, além de tributos estaduais que podem somar até 10%.

A estratégia em avaliação visa reduzir a alíquota federal para 21%. O parecer do escritório deve ser apresentado nos próximos dias, e a decisão precisa ser rápida, pois a delegação do Botafogo embarca para o Mundial no dia 6 de junho. O clube tem cerca de duas semanas para resolver a questão e preencher os formulários exigidos pela Receita Federal.

Sem uma estratégia definida, os clubes brasileiros correm o risco de perder quase 50% da premiação em impostos. A situação do Botafogo é particular, pois a estrutura de John Textor nos EUA pode oferecer vantagens fiscais que não estão disponíveis para Fluminense e Palmeiras.

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