Os estaleiros brasileiros estão aumentando suas vendas de iates e barcos para os Estados Unidos, com um crescimento de 220% nas exportações no primeiro trimestre de 2023, totalizando 12 milhões de dólares. A Triton Yachts é a principal empresa nesse avanço, tendo enviado 50 embarcações para o mercado americano desde 2022. A National Marine Manufacturers Association estima que os consumidores dos EUA gastarão 55 bilhões de dólares em lanchas e iates em 2023, um aumento de quase 5% em relação ao ano anterior. Para aproveitar essa oportunidade, os estaleiros brasileiros estão abrindo pontos de venda nos EUA e aumentando suas exportações. A Triton Yachts, com mais de 40 anos de experiência, já exportou oito embarcações em 2025 e 27 em 2024, com 40% de sua produção voltada para o mercado americano. Esse crescimento reflete uma estratégia de internacionalização, com o objetivo de tornar o Brasil um grande nome na indústria náutica global.
Os estaleiros brasileiros estão ampliando suas exportações de iates e embarcações, com foco no mercado dos Estados Unidos. No primeiro trimestre de 2023, as exportações de barcos para os EUA cresceram 220%, totalizando US$ 12 milhões. A Triton Yachts se destaca nesse cenário, tendo enviado 50 embarcações ao mercado norte-americano desde 2022.
A National Marine Manufacturers Association (NMMA) projeta que os consumidores dos EUA gastarão US$ 55 bilhões em lanchas e iates em 2023, um aumento de quase 5% em relação ao ano anterior. Para aproveitar essa oportunidade, estaleiros brasileiros estão estabelecendo pontos de venda nos EUA e, em alguns casos, dobrando o volume de exportações.
A Triton Yachts, com mais de 40 anos de experiência, já exportou oito embarcações em 2025 e 27 unidades em 2024, consolidando sua posição como líder na expansão da náutica brasileira. Allan Cechelero, diretor de marketing da empresa, afirmou que 40% da produção destinada à exportação é direcionada aos EUA.
Esse crescimento no setor náutico brasileiro reflete uma estratégia mais ampla de internacionalização, com o objetivo de transformar o Brasil na “Embraer das águas”. A presença crescente no mercado norte-americano é um passo significativo para os estaleiros, que buscam diversificar suas operações e aumentar a competitividade global.
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