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Famílias ricas dos EUA aumentam investimentos em ações e economia local

Family offices nos EUA aumentam investimentos na América do Norte, desafiando a narrativa do "vender a América" em meio a incertezas econômicas.

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Um novo relatório da UBS mostra que 86% dos investimentos de family offices nos EUA estão na América do Norte, um aumento em relação a 74% em 2020. Apesar das preocupações com a dívida dos EUA e guerras comerciais, esses escritórios de investimento de famílias ricas estão apostando na economia americana. A pesquisa, que incluiu 317 family offices, revelou que apenas 12% planejam reduzir investimentos na região nos próximos cinco anos, enquanto 32% pretendem aumentar. Os family offices americanos estão mais otimistas em relação às ações, planejando aumentar sua exposição a mercados desenvolvidos e emergentes. Eles também estão se afastando do capital privado, reduzindo sua alocação nesse setor. Além disso, pretendem aumentar seus investimentos em imóveis em 8%. A pesquisa sugere que, embora haja incertezas, os family offices continuam a ver oportunidades no mercado americano.

American family offices aumentam investimentos na América do Norte

Um novo relatório da UBS revela que 86% das alocações de family offices nos Estados Unidos estão na América do Norte, um aumento significativo em relação a 74% em 2020. A pesquisa, realizada entre janeiro e abril de 2025, mostra que essas entidades estão apostando no crescimento da economia e do mercado de ações dos EUA, apesar das preocupações com a crescente dívida do país e as guerras comerciais.

O levantamento incluiu 317 family offices globais, e apenas 12% dos entrevistados planejam reduzir seus investimentos na América do Norte nos próximos cinco anos. Em contrapartida, 32% pretendem aumentar suas alocações na região. O interesse por ações e imóveis se destaca, com as family offices americanas planejando aumentar sua exposição a mercados desenvolvidos e emergentes.

Tendências de Investimento

Os family offices dos EUA, que gerenciam em média R$ 1,1 bilhão cada, estão se afastando do investimento em private equity, reduzindo sua alocação de 22% para 18%. No entanto, mais de um terço dos participantes espera aumentar seus investimentos em private equity nos próximos cinco anos. O foco atual está em ações e grandes empresas públicas, com destaque para setores como inteligência artificial e saúde.

A UBS observa que, em tempos de incerteza, os investidores tendem a preferir regiões e empresas que conhecem bem. John Mathews, da UBS, afirma que “os family offices dos EUA estão ficando em casa”, priorizando investimentos em ativos que compreendem.

Perspectivas Futuras

Além disso, os family offices planejam aumentar suas alocações em imóveis em 8%, totalizando 18% de seus portfólios. A pesquisa indica que a visão sobre o mercado imobiliário varia conforme a origem da riqueza das famílias. Enquanto algumas veem uma oportunidade de compra, outras podem estar considerando uma redução.

O relatório da UBS destaca que, apesar das incertezas, os family offices continuam a buscar oportunidades no mercado, especialmente em um cenário de volatilidade. A tendência de aumentar a exposição a ações e imóveis reflete uma estratégia de adaptação às condições econômicas atuais.

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