A L3Harris Technologies, uma empresa que trabalha com defesa, vai pagar 62 milhões de dólares para resolver acusações de que mentiu sobre os preços de equipamentos vendidos ao governo dos EUA entre 2006 e 2014. A empresa não admite culpa e disse que está satisfeita em ter resolvido a questão. Recentemente, a L3Harris foi escolhida para ajudar a modificar um Boeing 747 que pertence à família real do Catar, que será usado como o novo Air Force One. O governo dos EUA aceitou o avião como presente do Catar. As acusações do Departamento de Justiça afirmam que a L3Harris não forneceu informações corretas sobre os custos de produtos e fez falsas declarações em propostas de contratos. A empresa reafirmou seu compromisso com a integridade no processo de compras do governo.
L3Harris Technologies, um importante contratante de defesa, concordou em pagar $62 milhões para resolver alegações de falsificação de preços em contratos com o governo dos Estados Unidos. As acusações, que datam de 2006 a 2014, foram anunciadas pelo Departamento de Justiça (DOJ) na quinta-feira.
A empresa, que não admitiu culpa, está atualmente envolvida na modificação de um Boeing 747, que será utilizado como o novo Air Force One. O jato foi aceito como presente do Catar, e a aceitação formal ocorreu um dia antes do anúncio do acordo. Em comunicado, a L3Harris expressou satisfação em resolver a questão de forma amigável, reafirmando seu compromisso com a integridade do processo de aquisição governamental.
As alegações do DOJ indicam que a L3Harris não divulgou dados de custo precisos e completos em propostas de contratos, o que levou a falsificações em diversas propostas. O DOJ se referiu à empresa como L3 Technologies, nome utilizado antes da fusão com a Harris Corporation em 2019. O acordo não implica em admissão de responsabilidade por parte da L3Harris, nem em uma concessão do governo de que as alegações não têm fundamento.
Recentemente, a administração Trump anunciou a formação de uma força-tarefa de emergência, composta por executivos da L3Harris, Verizon e da Administração Federal de Aviação (FAA), para abordar problemas com equipamentos de controle de tráfego aéreo em Newark Liberty International Airport, em Nova Jersey.
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