A XP reduziu a recomendação das ações da TIM Brasil para neutra e manteve o preço-alvo em R$21. O analista Bernardo Guttmann explicou que essa decisão se baseia na expectativa de crescimento fraco da empresa, que tem alta dependência do segmento pré-pago em um cenário de inflação. Isso gera preocupações sobre a receita e a margem de lucro. Além disso, ele mencionou que as ações estão próximas do preço-alvo, o que limita o potencial de valorização. A TIM enfrenta também riscos de concorrência com empresas como o Nubank e provedores regionais de internet. No mercado, as ações da TIM caíam 2,65%, cotadas a R$19,24, enquanto o Ibovespa tinha uma leve queda de 0,14%.
A XP reduziu a recomendação das ações da TIM Brasil para neutra, mantendo o preço-alvo em R$ 21,00. A decisão foi divulgada em um relatório nesta quinta-feira, assinado pelo analista Bernardo Guttmann. Ele destacou a expectativa de crescimento modesto da empresa, que enfrenta desafios devido à sua alta exposição ao segmento pré-pago e às pressões inflacionárias.
Guttmann apontou que essas condições levantam preocupações sobre a estabilidade da receita e a expansão das margens da TIM. Além disso, o analista mencionou que o potencial de valorização das ações é limitado, uma vez que estão cotadas próximo ao preço-alvo. A análise também considera os riscos de concorrência com empresas como Nubank e provedores regionais de serviços de internet.
Por volta das 13h, as ações da TIM apresentavam uma queda de 2,65%, sendo negociadas a R$ 19,24. Esse desempenho negativo coloca a empresa entre os piores resultados do Ibovespa, que registrava uma leve queda de 0,14% no mesmo período.
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