O BTG Pactual vendeu terrenos no centro histórico do Recife para a Moura Dubeux por R$ 261 milhões. Esses terrenos foram comprados pelo BTG em um leilão judicial em 2021, quando pertenciam à Queiroz Galvão, que estava em recuperação judicial. A Moura Dubeux agora possui 33,33% do projeto Novo Recife, que deve gerar R$ 3 bilhões em Valor Geral de Vendas (VGV) e começará as obras de áreas públicas em breve. O projeto inclui empreendimentos imobiliários e revitalização de espaços públicos, semelhante ao que foi feito na região portuária do Rio de Janeiro. A Moura Dubeux já lançou um empreendimento na área com VGV de R$ 480 milhões e planeja mais lançamentos nos próximos meses. O BTG, ao vender os terrenos, fortaleceu o projeto e ajudou a retirar um sócio em dificuldades financeiras.
O BTG Pactual vendeu terrenos no centro histórico do Recife à Moura Dubeux por R$ 261 milhões. Os terrenos foram adquiridos pelo banco em um leilão judicial em 2021, pertencentes à Queiroz Galvão, que estava em recuperação judicial. A venda faz parte do projeto Novo Recife, que prevê um investimento total de R$ 3 bilhões.
A Moura Dubeux agora possui 33,33% do projeto, que inclui empreendimentos imobiliários e a revitalização de áreas públicas. O projeto, que é o maior da incorporadora, foi inicialmente apresentado na década passada e enfrentou disputas judiciais, mas agora avança com o lançamento de um empreendimento estimado em R$ 480 milhões na região do Cais José Estelita.
As obras das áreas públicas do Novo Recife devem começar nas próximas semanas. A Moura Dubeux já havia planejado a compra dos terrenos e buscava financiamento junto ao BTG. Com a venda, o banco fortalece a viabilidade econômica do projeto, retirando um sócio em dificuldades financeiras. A GL, do empresário Gerson Lucena, detém outro terço do projeto.
A Moura Dubeux, com sede no Recife, está avaliada em R$ 1,5 bilhão na Bolsa.
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