O diretor da Aneel, Sandoval de Araújo Feitosa Neto, avisou que pode haver aumento nas tarifas de energia no segundo semestre de 2023, com a possibilidade de acionar a bandeira tarifária vermelha. Isso se deve ao aumento dos custos de geração de energia e à seca, além de uma nova medida que isenta contas de luz para famílias de baixa renda. Os reservatórios de água estão com menos de 71% de sua capacidade, abaixo dos 75% do ano passado. Sandoval também comentou que as bandeiras tarifárias podem mudar entre os níveis amarelo e vermelho, dependendo do clima. Ele mencionou uma medida provisória que amplia a isenção para até 60 milhões de brasileiros e destacou que está conversando com parlamentares para que a Aneel tenha voz nesse processo. Além disso, ele falou sobre a possível volta do horário de verão, que envolve questões técnicas, econômicas e políticas, e que pode afetar a conta de luz dos brasileiros.
O diretor-geral da Aneel, Sandoval de Araújo Feitosa Neto, alertou sobre a possibilidade de acionamento da bandeira tarifária vermelha no segundo semestre de 2023. A previsão é influenciada pelo aumento dos custos de geração, pela seca e pela recente medida que amplia a isenção de contas de luz para famílias de baixa renda.
Atualmente, os níveis de armazenamento de água nos reservatórios estão abaixo de 71%, um índice inferior aos 75% registrados no mesmo período do ano passado. Apesar de ainda serem considerados confortáveis, Sandoval enfatiza a necessidade de vigilância constante. Ele afirmou que as bandeiras tarifárias podem variar entre os patamares amarelo e vermelho até o final do ano, dependendo das condições climáticas.
Medida Provisória e Impactos
A recente medida provisória assinada pelo presidente Lula, que amplia a isenção na conta de luz para até 60 milhões de brasileiros, ocorre em um momento crítico, com aumento das chances de restrições no regime hídrico do país. Sandoval destacou que está em diálogo com parlamentares para garantir que a Aneel seja ouvida durante esse processo.
Além disso, o diretor-geral mencionou a possível retomada do horário de verão, uma decisão que cabe ao governo federal. Ele ressaltou que essa questão envolve não apenas critérios técnicos, mas também aspectos econômicos e políticos, especialmente relacionados ao turismo e ao comércio.
A análise detalhada da eficácia do horário de verão no atual perfil de consumo energético é fundamental, uma vez que essa variável impacta diretamente a conta de luz dos brasileiros.
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