O Porto do Açu, no Brasil, está se destacando na produção de hidrogênio de baixo carbono. Rogério Zampronha, CEO da Prumo Logística, anunciou a criação do primeiro hub de hidrogênio verde da América Latina e a expansão de 2,5 milhões de metros quadrados para novos projetos sustentáveis. O porto, que já é um dos maiores do país, tem atraído empresas internacionais para produzir amônia verde e outros combustíveis limpos. Além disso, a Prumo Logística está investindo em tecnologias para reduzir a emissão de carbono e promover a sustentabilidade na região. O porto também criou uma reserva natural para proteger a biodiversidade local e oferece oportunidades de ecoturismo. Com a expansão e a inovação, o Porto do Açu se posiciona como um líder na transição energética do Brasil.
O Porto do Açu, administrado pela Prumo Logística, anunciou a criação do primeiro hub de produção de hidrogênio de baixo carbono da América Latina. O CEO da Prumo, Rogério Zampronha, revelou que o projeto ocupará um milhão de metros quadrados e visa expandir a área em 2,5 milhões de metros quadrados para novos projetos sustentáveis.
Zampronha destacou que o Porto do Açu, que completou dez anos de operação, já é o segundo em movimentação no Brasil, atrás apenas do Porto de Santos. O hub atraiu empresas internacionais, como a Fuella, da Noruega, e a HIF Global, dos Estados Unidos, que produzirão amônia verde e outros combustíveis limpos. O porto possui 130 quilômetros quadrados e uma infraestrutura robusta, com mais de sete quilômetros de cais.
O executivo enfatizou a importância da sustentabilidade na estratégia do porto, que busca ser o porto com a menor emissão de CO2 do Brasil. A Prumo Logística já implementou diversas iniciativas, como a operação com HVO, um biocombustível renovável, e acordos para uso de energia renovável em rebocadores. Além disso, a empresa criou a Reserva Particular do Patrimônio Natural Caruara, que abriga diversas espécies e promove o ecoturismo.
O Porto do Açu também se beneficia de um aumento na demanda por insumos, como ferro-esponja e carvão, devido a tensões comerciais entre os Estados Unidos e a China. O volume de movimentação cresceu 69% no primeiro trimestre de 2025 em comparação ao mesmo período do ano anterior. A construção de uma ferrovia ligando o porto a Vitória está em andamento, o que deve melhorar ainda mais a logística da região.
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