A Mesa Executiva de Exportação da Castanha, liderada pela ApexBrasil, está trabalhando para resolver problemas no setor da castanha-do-Brasil, que é um produto importante da bioeconomia na Amazônia. Apesar de gerar mais de 350 milhões de dólares por ano, o Brasil enfrenta dificuldades para competir com países como Bolívia e Peru. As empresas brasileiras têm problemas com exigências de verificação sanitária que são caras e ineficazes, além de falta de infraestrutura para aplicar o conhecimento científico em ações práticas. A Mesa se reúne mensalmente para discutir esses desafios e buscar soluções, como facilitar o acesso a recursos para pequenas e médias empresas. A ideia é tornar o setor mais competitivo e sustentável, ajudando a promover a castanha-do-Brasil e a diferenciar seus produtos no mercado.
A Mesa Executiva de Exportação da Castanha, liderada pela ApexBrasil, está atuando para superar os desafios do setor de castanha-do-Brasil, um produto emblemático da bioeconomia amazônica. Apesar de seu potencial, o Brasil enfrenta dificuldades para competir com países como Bolívia e Peru, que dominam o mercado internacional.
A castanha-do-Brasil, coletada de florestas nativas, movimenta anualmente mais de US$ 350 milhões. Contudo, as empresas brasileiras têm perdido espaço devido a exigências excessivas de verificação sanitária e à falta de infraestrutura para transformar conhecimento científico em ações práticas. A Mesa Executiva, formada por líderes do setor, se reúne mensalmente para identificar gargalos e propor soluções.
Entre os problemas destacados, a Mesa apontou que os procedimentos de verificação sanitária são onerosos e pouco confiáveis. Além disso, o setor carece de recursos para promover a castanha-do-Brasil e para orientar pesquisadores sobre questões relevantes ao negócio. A falta de diferenciação entre as castanhas brasileiras e as de outros países resulta em margens de lucro estreitas e preços voláteis.
A Mesa Executiva busca não apenas discutir investimentos e regulamentações, mas também adaptar processos para que pequenas e médias empresas possam acessar recursos existentes. Essa abordagem visa facilitar a operação dessas empresas em um ambiente que não foi projetado para elas, promovendo um desenvolvimento mais sustentável e competitivo.
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