O Giving Pledge, que começou em 2010 com Warren Buffett, Melinda French Gates e Bill Gates, ganhou 11 novos signatários, incluindo Drew Houston, cofundador do Dropbox, e Jim McKelvey, fundador da Invisibly. Eles se comprometeram a doar a maior parte de suas riquezas em vida ou em testamento, juntando-se a mais de 240 empresários que já assinaram o compromisso. Entre os signatários mais conhecidos estão Elon Musk e Mark Zuckerberg. Houston tem um patrimônio de US$ 2,4 bilhões, enquanto McKelvey também é bilionário. Outros novos signatários incluem Jay Hoag, Matthew Sonsini, Glen Tullman e Noubar Afeyan, que destacaram a importância da filantropia em suas cartas. A lista de doadores cresce em um momento em que a filantropia enfrenta desafios nos Estados Unidos, com mudanças nas políticas governamentais. O compromisso é voluntário e não tem controle de cumprimento, permitindo que os signatários participem de reuniões e sessões sobre doações. A faixa etária dos signatários varia bastante, e eles vêm de 30 países, cada um em diferentes estágios de sua jornada filantrópica.
O movimento Giving Pledge anunciou a adesão de 11 novos signatários, incluindo Drew Houston, cofundador do Dropbox, e Jim McKelvey, fundador da Invisibly. Eles se comprometeram a doar a maior parte de suas riquezas em vida ou em testamento, aumentando o total de signatários para mais de 240 desde a fundação do compromisso em 2010 por Warren Buffett, Melinda French Gates e Bill Gates.
Entre os novos signatários estão também Jay Hoag, fundador da TCV, e Matthew Sonsini, ex-diretor executivo da Sobrato Organization. Glen Tullman, CEO da Transcarent, e Noubar Afeyan, cofundador da Moderna, também fazem parte do grupo. Afeyan e sua esposa destacaram em sua carta a importância da “mentalidade de imigrante” em suas doações.
Tullman mencionou um compromisso de US$ 100 milhões para pesquisa sobre diabetes, ressaltando que a filantropia deve ser proativa e pessoal. O Giving Pledge enfrenta um cenário desafiador, com pressões sobre a filantropia nos Estados Unidos, especialmente após cortes de financiamento federal em programas de ajuda.
O compromisso não é vinculativo e permite que os signatários participem de sessões educacionais e reuniões anuais sobre doações. A faixa etária dos signatários varia de 30 a mais de 100 anos, refletindo uma diversidade de experiências e estágios em suas trajetórias filantrópicas.
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