O IPCA-15, que mede a inflação no Brasil, subiu 0,36% em maio, um pouco abaixo da expectativa de 0,44%. Em abril, a alta foi de 0,43%. No acumulado do ano, o índice já aumentou 2,80%, e em 12 meses, a alta é de 5,40%. Os preços de transportes caíram 0,29% em maio, após uma queda de 0,44% em abril, mas os combustíveis subiram levemente, com a gasolina aumentando 0,14% e o etanol 0,54%. Os preços de alimentação e bebidas subiram 0,39%, com a alimentação no domicílio aumentando 0,30% e a fora do domicílio 0,63%. A habitação teve um aumento de 0,67%, com a energia elétrica subindo 1,68% devido a uma nova cobrança. A taxa de água e esgoto aumentou 0,51%, e o gás encanado subiu 0,12%. No setor de saúde, os preços aumentaram 0,91%, com os medicamentos subindo 1,93% por conta de um reajuste autorizado.
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – 15 (IPCA-15) apresentou uma alta de 0,36% em maio, conforme divulgado nesta terça-feira, 27, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado ficou abaixo da expectativa do mercado, que previa um aumento de 0,44%. Em abril, o índice havia subido 0,43%. No acumulado do ano, o IPCA-15 registra um aumento de 2,80%, enquanto a taxa em 12 meses é de 5,40%.
Os preços de transportes tiveram uma queda de 0,29% em maio, após uma redução de 0,44% em abril, contribuindo negativamente com 0,06 ponto porcentual para o índice. Os combustíveis, no entanto, apresentaram uma leve alta de 0,11%, com a gasolina subindo 0,14% e o etanol 0,54%.
Variações nos Grupos de Preços
Os preços de alimentação e bebidas aumentaram 0,39% em maio, após uma alta de 1,14% em abril, contribuindo com 0,09 ponto porcentual para o IPCA-15. A alimentação no domicílio teve um aumento de 0,30%, enquanto a alimentação fora do domicílio subiu 0,63%.
Os gastos com habitação também mostraram um aumento significativo, passando de 0,09% em abril para 0,67% em maio. A energia elétrica residencial foi o item com maior impacto, subindo 1,68%, devido à implementação da bandeira tarifária amarela, que adiciona uma cobrança extra de R$ 1,885 a cada 100 quilowatts-hora consumidos.
Impactos em Outros Setores
Além disso, a taxa de água e esgoto teve um aumento de 0,51%, influenciada por reajustes em várias cidades. O gás encanado subiu 0,12%, refletindo um reajuste médio no Rio de Janeiro. No setor de saúde e cuidados pessoais, os preços aumentaram 0,91%, com destaque para os produtos farmacêuticos, que subiram 1,93%, devido a um reajuste autorizado de até 5,09% nos medicamentos.
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