A Mota-Engil, uma construtora de Portugal, está ampliando suas operações no Brasil, onde há um foco em investimentos em infraestrutura. O CEO da empresa, Carlos Mota Santos, afirmou que o Brasil é uma grande oportunidade, especialmente nos setores de petróleo, gás e infraestrutura. Recentemente, a Mota-Engil firmou um contrato de R$ 1,61 bilhão com a Petrobras para serviços de manutenção. A empresa também está interessada em projetos como o túnel Santos-Guarujá, que será o maior túnel submerso da América do Sul, com um custo estimado de R$ 6 bilhões. A Mota-Engil tem uma carteira de pedidos de € 14,96 bilhões, com um quarto desse total vindo da América do Sul. Além disso, a empresa está construindo uma fábrica de fertilizantes no México e espera que a demanda por construção continue a crescer na região. Em Portugal, a Mota-Engil planeja participar de novas licitações para projetos de infraestrutura após as eleições.
A Mota-Engil, construtora portuguesa, firmou um contrato de R$ 1,61 bilhão com a Petrobras para serviços de manutenção no Brasil. O CEO Carlos Mota Santos destacou que o Brasil é uma prioridade para a empresa, que busca expandir suas operações no país, especialmente no setor de infraestrutura.
O executivo afirmou que o Brasil apresenta grande potencial de crescimento nos setores de petróleo, gás e infraestrutura. A construtora está de olho em projetos significativos, como o túnel Santos-Guarujá, que será o primeiro submerso e o maior da América do Sul, com um investimento estimado em R$ 6 bilhões.
A Mota-Engil possui uma carteira de pedidos de € 14,96 bilhões, com a América do Sul representando 25% desse total. Santos acredita que a demanda por construção na região, incluindo o México, deve aumentar devido a investimentos governamentais e estrangeiros em infraestrutura.
Atualmente, a empresa está construindo uma fábrica de fertilizantes de US$ 1,2 bilhão para a Petróleos Mexicanos (Pemex). Além disso, a Mota-Engil mantém uma forte presença na África, especialmente em Angola, que é produtora de petróleo.
Em Portugal, a empresa aguarda a retomada de projetos de construção, como uma licitação para uma linha ferroviária de alta velocidade. Santos mencionou que a Mota-Engil venceu uma licitação no ano passado e planeja concorrer a um novo trecho em breve.
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