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PF investiga fraude de R$ 11 milhões em transações via Pix na Caixa Econômica

Polícia Federal investiga esquema de fraude na Caixa Econômica Federal que pode ultrapassar R$ 11 milhões. Funcionário do banco é o principal suspeito.

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A Polícia Federal iniciou uma operação para investigar um esquema de fraude bancária na Caixa Econômica Federal, que pode ter causado perdas superiores a R$ 11 milhões. Mandados de busca foram cumpridos em Goiás e no Distrito Federal, focando em um funcionário do banco e em pessoas que ajudavam nas fraudes. A investigação começou após a Caixa identificar um empregado como suspeito de movimentar dinheiro via Pix sem a autorização dos clientes, usando contas de terceiros para esconder os valores, que foram parcialmente direcionados a sites de apostas. Foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão, com a quebra de sigilos e o sequestro de bens até o valor de R$ 11.111.863,13. Os crimes investigados incluem associação criminosa, furto qualificado, uso de documentos falsos, lavagem de dinheiro e peculato-furto. A PF alertou que emprestar contas bancárias para receber dinheiro ilegal é crime e ajuda organizações criminosas, além de facilitar fraudes eletrônicas. Nos últimos anos, o número de pessoas físicas envolvidas em fraudes tem crescido, com muitos oferecendo suas contas em troca de pagamento. A Caixa Econômica Federal não se manifestou sobre o caso.

A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta terça-feira, uma operação para investigar um esquema de fraude bancária que pode ultrapassar R$ 11 milhões na Caixa Econômica Federal. Os mandados de busca e apreensão foram cumpridos em Goiás e no Distrito Federal, focando em um funcionário do banco e em “conteiros”, que facilitam as fraudes.

A investigação teve início a partir de uma apuração interna da própria Caixa, que identificou um empregado como principal suspeito. Este funcionário é acusado de realizar movimentações financeiras via Pix sem a autorização dos clientes. A PF informou que há indícios de que ele utilizou contas de terceiros para ocultar os valores, com parte dos recursos sendo direcionada a sites de apostas.

Operação e Mandados

Foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão, autorizados pela 15ª Vara Federal Criminal do DF. As medidas incluem quebras de sigilo telemático, bancário e fiscal, além do sequestro de bens até o valor de R$ 11.111.863,13. Os crimes em investigação abrangem associação criminosa, furto qualificado mediante fraude, uso de documento falso, lavagem de dinheiro, falsidade ideológica e peculato-furto.

A PF destacou que a prática de “emprestar” contas bancárias para o recebimento de valores ilícitos é crime e contribui para o financiamento de organizações criminosas. Essa mercantilização da abertura de contas facilita a ocorrência de fraudes eletrônicas, prejudicando muitos cidadãos.

Crescimento das Fraudes

Nos últimos anos, as autoridades têm observado um aumento na participação de pessoas físicas em esquemas de fraude, que oferecem suas contas em troca de pagamento. Essa prática, conhecida como uso de “laranjas”, tem se tornado uma preocupação crescente para as forças policiais, que alertam sobre os riscos e as consequências legais envolvidas. A Caixa Econômica Federal não se manifestou até o fechamento desta matéria.

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