Walmart concordou em pagar uma multa de 14 mil dólares e a tomar medidas para impedir que vendedores terceiros vendam armas de brinquedo que parecem reais em Nova York. Isso aconteceu após uma investigação da procuradora Letitia James, que descobriu que a loja online da Walmart enviou pelo menos nove dessas armas para diferentes áreas do estado. Entre março de 2020 e novembro de 2023, 46 armas de imitação que violam a lei de Nova York foram compradas através do site da Walmart. A lei proíbe a venda de armas de brinquedo em cores que se assemelham a armas reais, e as que podem ser vendidas devem ser de cores brilhantes ou transparentes. A procuradora afirmou que essas armas podem colocar as comunidades em risco e que a Walmart não conseguiu impedir a venda dessas armas, violando a lei. Como parte do acordo, a Walmart deve garantir que terceiros não possam vender essas armas em seu site e terá que agir se um vendedor violar essa regra três vezes.
Walmart concordou em pagar uma multa de $ 14.000 e a implementar medidas para impedir que vendedores terceiros ofereçam armas de brinquedo realistas em Nova York. A decisão foi anunciada pela procuradora geral do estado, Letitia James, após uma investigação que revelou que a loja online da empresa enviou esses produtos para o estado.
O acordo ocorre quase uma década após Walmart, Amazon e outros varejistas terem assinado um acordo com o antigo procurador geral de Nova York, comprometendo-se a retirar do mercado brinquedos que se assemelham a armas reais. Na época, as empresas pagaram multas que totalizaram mais de $ 300.000. A legislação de Nova York proíbe a venda de armas de brinquedo em cores que imitam armas reais, exigindo que esses produtos sejam de cores brilhantes ou feitos de materiais transparentes.
A investigação de James identificou que a Walmart.com enviou pelo menos nove armas de brinquedo realistas para diversas localidades, incluindo Nova York e condados adjacentes. Entre março de 2020 e novembro de 2023, foram compradas 46 armas de imitação que violavam a lei estadual. James afirmou que “armas de brinquedo que parecem reais podem colocar comunidades em sério perigo” e que a empresa não conseguiu impedir a venda desses produtos.
Como parte do acordo, Walmart deve proibir a venda de armas de brinquedo realistas por terceiros em sua plataforma. A empresa terá que implementar políticas para evitar que esses produtos sejam listados ou vendidos, além de encerrar a capacidade de venda de terceiros que violarem essa regra em três ocasiões.
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