A XP Investimentos manteve a recomendação de compra das ações da Motiva (MOTV3), antes chamada CCR, após uma reunião com a administração da empresa. A análise positiva se baseia em quatro pontos principais. Primeiro, a Motiva está focada em reciclar seu portfólio, considerando vender totalmente o segmento de aeroportos e avaliando novas oportunidades em mobilidade urbana e rodovias. Segundo, a competição no mercado está saudável, com a empresa acreditando que ainda há espaço para bons retornos, mesmo com novos concorrentes. Terceiro, a Motiva planeja ser ativa na criação de novos projetos e está trabalhando em mudanças regulatórias para facilitar ajustes em contratos. Por último, a empresa mantém suas diretrizes financeiras, com um crescimento do EBITDA em um ritmo de dígito único alto e um compromisso de pagar 50% dos lucros em dividendos.
A XP Investimentos reafirmou sua recomendação de compra para as ações da Motiva (MOTV3), anteriormente conhecida como CCR, após reunião com a administração da empresa e investidores. A ação subiu 3,83%, alcançando R$ 14,08.
A análise da XP se baseia em quatro pontos principais. O primeiro é a reciclagem contínua de portfólio, que se tornou central na estratégia da Motiva, incluindo a possibilidade de desinvestimento total no segmento de aeroportos. A empresa também avalia oportunidades em mobilidade urbana e rodovias.
Em segundo lugar, a competição saudável no mercado primário é destacada. A Motiva acredita que ainda há espaço para retornos positivos, mesmo com o aumento de novos participantes, apoiada por um pipeline governamental robusto. A XP compartilha essa visão em seu relatório recente.
Crescimento e Diretrizes Financeiras
O crescimento é um aspecto crucial para o futuro da Motiva. Embora a empresa adote uma postura seletiva, planeja ser ativa na originação de novos projetos e trabalhar em uma agenda regulatória para facilitar aditivos contratuais e reequilíbrios. Fusões e aquisições também são vistas como uma via de expansão.
Por fim, as diretrizes financeiras da Motiva permanecem inalteradas. A empresa reafirma seu compromisso com um crescimento do EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) em ritmo de dígito único alto, alavancagem entre 2,5 e 3,5 vezes dívida líquida/EBITDA e um payout de dividendos de 50%.
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