O BNDES aprovou um financiamento de R$ 25 milhões para a Paris Filmes, a maior distribuidora independente do Brasil, com o objetivo de aumentar sua atuação na distribuição de filmes na América Latina e em países de língua portuguesa. O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, comentou que essa ação busca fortalecer a indústria audiovisual, que tem focado mais na produção do que na distribuição. Marcio Fraccaroli, diretor da Paris Filmes, destacou que o financiamento é essencial para ampliar o alcance das obras, que em 2023 já atraíram mais de 9,3 milhões de espectadores. Esse apoio faz parte do programa BNDES FSA Audiovisual, que também já havia concedido R$ 32 milhões à Conspiração Filmes.
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou um financiamento de R$ 25 milhões para a Paris Filmes, com o intuito de expandir sua atuação na distribuição de obras audiovisuais na América Latina e em países de língua portuguesa. A Paris Filmes, considerada a maior distribuidora independente do Brasil, tem sede em Barueri (SP) e já foi responsável por sucessos como as sagas “Crepúsculo” e “Jogos Vorazes”.
O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, destacou que essa iniciativa visa fortalecer a indústria do audiovisual, promovendo mais autonomia em toda a cadeia produtiva, desde a produção até a exibição. Mercadante afirmou que o fomento à cultura no Brasil tem priorizado a produção, mas a distribuição sempre recebeu menos atenção.
O diretor da Paris Filmes, Marcio Fraccaroli, ressaltou a importância desse financiamento, afirmando que ele será crucial para ampliar o alcance das obras audiovisuais, tanto no Brasil quanto no exterior. Em 2023, a distribuidora lançou 36 filmes, que atraíram mais de 9,3 milhões de espectadores, representando cerca de 8% do público total do cinema brasileiro.
Esse financiamento faz parte do programa BNDES FSA Audiovisual, desenvolvido em parceria com a Ancine e o Ministério da Cultura. Em março, o BNDES já havia anunciado um crédito de R$ 32 milhões à Conspiração Filmes, que coproduziu o longa “Ainda Estou Aqui”, vencedor do Oscar de melhor filme internacional.
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