A Brava (BRAV3) anunciou que o fundo Yellowstone, que possui 5,3% da empresa e representa o Grupo Ebrasil Energia, pediu para convocar uma assembleia geral extraordinária. O objetivo é votar a exclusão da cláusula de “poison pill”, que exige uma oferta pública de aquisição se alguém comprar uma participação significativa, fixada em 25%. A XP Investimentos acredita que essa mudança pode fazer as ações da Brava subirem, pois pode atrair novos compradores. A cláusula atual permite que um investidor com 5% das ações compre até 20% a mais antes de acionar as regras de proteção. A XP não espera que os fundamentos da empresa mudem neste momento.
A Brava (BRAV3) anunciou nesta terça-feira (27) que o fundo Yellowstone, que possui 5,3% do capital da empresa e representa o Grupo Ebrasil Energia, requisitou a convocação de uma assembleia geral extraordinária (AGE). O objetivo é discutir a exclusão da cláusula de “poison pill”, que exige a realização de uma oferta pública de aquisição (OPA) em caso de compra de participação significativa.
A cláusula de “poison pill” está fixada em 25% nos estatutos da Brava. Isso significa que um investidor com cerca de 5% das ações pode adquirir até 20% adicionais antes de acionar as disposições dessa cláusula. A XP Investimentos prevê uma reação positiva das ações da Brava após o anúncio, com expectativas de aumento nos fluxos de compra.
Além disso, a Ebrasil já possui participação na Ocyan, que opera plataformas no campo Papa-Terra da Brava. Em abril, o jornal Valor Econômico informou que o grupo havia vendido uma participação na usina termelétrica de Celse para a Eneva, em uma transação avaliada em R$ 6,7 bilhões. O fundo Yellowstone é administrado pelo BTG Pactual.
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