Um grupo de fundos de pensão está pedindo que Elon Musk trabalhe 40 horas por semana na Tesla, em meio a problemas de governança e vendas em queda. A solicitação foi feita em uma carta à presidente do conselho da empresa, Robyn Denholm, e assinada por 12 investidores que gerenciam cerca de 950 bilhões de dólares em ativos. Eles afirmam que a ausência de Musk está piorando os problemas da empresa, que ele também lidera em outras áreas, como SpaceX e Neuralink. Além do compromisso de tempo, os investidores querem um plano de sucessão para os principais executivos e a adição de um novo membro independente no conselho. A tesoureira do estado do Oregon, Elizabeth Steiner, disse que, se Musk não quer mais ser CEO, a empresa precisa de um novo líder. Musk prometeu priorizar a Tesla e diminuir seu envolvimento em atividades políticas, o que fez as ações da empresa subirem um pouco, mas ainda estão 17% abaixo do pico de dezembro. Os fundos de pensão, incluindo a Federação Americana de Professores, argumentam que o salário de Musk deve estar ligado a um compromisso total com a empresa, refletindo a insatisfação crescente entre os investidores.
Um grupo de fundos de pensão está exigindo que Elon Musk se comprometa a trabalhar 40 horas semanais na Tesla, em meio a uma crise de governança e queda nas vendas. A solicitação foi formalizada em uma carta enviada à presidente do conselho da empresa, Robyn Denholm, e assinada por 12 investidores institucionais que gerenciam cerca de US$ 950 bilhões em ativos.
Os acionistas, que detêm apenas 0,25% das ações da Tesla, destacam que a ausência de Musk tem exacerbado problemas estruturais na companhia. A carta afirma que a falta de dedicação do CEO, que também lidera outras empresas como SpaceX e Neuralink, prejudica a gestão da montadora. “A crise atual na Tesla evidencia problemas estruturais de longo prazo”, diz o documento.
Além do compromisso de tempo, os investidores pedem um plano de sucessão para os principais executivos e a inclusão de um novo membro independente no conselho. A tesoureira do estado do Oregon, Elizabeth Steiner, afirmou que, se Musk não deseja mais ser CEO, a empresa precisa de um novo líder.
Recentemente, Musk prometeu priorizar a Tesla e reduzir seu papel em atividades políticas. As ações da montadora reagiram positivamente após o anúncio, mas ainda acumulam uma queda de 17% desde o pico em dezembro. A Tesla não se manifestou sobre as exigências dos acionistas.
Os fundos de pensão, que incluem a AFT (Federação Americana de Professores), argumentam que a remuneração de Musk deve estar atrelada a um compromisso de tempo integral com a empresa. A pressão por mudanças na governança da Tesla reflete a crescente insatisfação entre investidores, que buscam restaurar a reputação da marca e abordar questões de desempenho.
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