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TCU rejeita pedido de auditoria sobre compra do Banco Master pelo BRB

O TCU arquivou pedido de auditoria sobre a compra do Banco Master pelo BRB, afirmando não haver riscos ao Fundo Garantidor de Crédito.

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O Tribunal de Contas da União (TCU) decidiu arquivar um pedido de auditoria sobre a compra de 58% do Banco Master pelo BRB, um banco estatal de Brasília. A solicitação foi feita por parlamentares que estavam preocupados com possíveis riscos ao Fundo Garantidor de Crédito. O relator do caso, ministro Jonathan de Jesus, afirmou que não há motivos para a auditoria, já que o Fundo é uma entidade privada e não está sob a supervisão do TCU, a menos que envolva recursos federais, o que não acontece aqui. O BRB é controlado pelo Tribunal de Contas do Distrito Federal. Em março, o BRB anunciou a compra do Banco Master por R$ 2 bilhões, e a transação ainda está sendo analisada pelo Cade e pelo Banco Central. Para que a compra aconteça, o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, precisa se capitalizar, especialmente após vender ativos importantes, como o hotel Fasano Itaim, para o BTG Pactual, que confirmou a compra de ativos de Vorcaro por cerca de R$ 1,5 bilhão.

O Tribunal de Contas da União (TCU) decidiu arquivar, nesta quarta-feira, um pedido de auditoria sobre a aquisição de 58% do Banco Master pelo BRB, banco estatal de Brasília. A solicitação foi feita por parlamentares do bloco da Minoria na Câmara, que levantaram preocupações sobre potenciais riscos ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC).

O relator do processo, ministro Jonathan de Jesus, afirmou que não há indícios que justifiquem a auditoria. Ele destacou que o FGC é uma entidade privada sem fins lucrativos e não está sob a jurisdição do TCU, a menos que haja uso de recursos federais, o que não é o caso. O BRB, por sua vez, é uma sociedade de economia mista distrital e está sob a supervisão do Tribunal de Contas do Distrito Federal.

Em março, o BRB anunciou a compra do Banco Master por R$ 2 bilhões. A transação está em análise pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e pelo Banco Central. Para viabilizar a operação, o proprietário do Banco Master, Daniel Vorcaro, precisa se capitalizar, especialmente após a venda de ativos significativos, como o hotel Fasano Itaim, para o BTG Pactual.

O BTG Pactual confirmou a aquisição de um pacote de ativos de Vorcaro, com um valor total de aproximadamente R$ 1,5 bilhão. A movimentação financeira é parte do processo que permitirá a injeção de capital necessária para a compra do Banco Master pelo BRB.

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