Cuiabá denunciou o Atlético-MG ao Banco Central por falta de pagamento relacionado ao atacante Deyverson. O clube mato-grossense alega que os empresários Rubens Menin e Ricardo Guimarães, que controlam instituições financeiras, não pagaram o que deviam. O Banco Central respondeu e deu até 3 de junho para que os envolvidos se manifestem. O Atlético-MG considerou a denúncia inadequada e afirmou que Cuiabá está cobrando valores indevidos. Existe a possibilidade de que o Banco Inter, ligado a Menin, peça mais tempo para apresentar sua defesa. A situação pode ter repercussões além do futebol, afetando o sistema financeiro e órgãos reguladores.
A disputa entre Cuiabá e Atlético-MG por valores relacionados ao atacante Deyverson avançou. O Cuiabá denunciou o Atlético-MG ao Banco Central por inadimplência, alegando que os empresários Rubens Menin e Ricardo Guimarães não pagaram valores devidos.
O Banco Central respondeu à denúncia e estabeleceu um prazo até 3 de junho para que as partes se manifestem. A acusação do Cuiabá se baseia na alegação de que Menin e Guimarães, controladores de instituições financeiras, podem ter cometido uma infração grave ao não honrar os pagamentos.
Em resposta, o Atlético-MG considerou a denúncia “imprópria” e afirmou que o Cuiabá tenta cobrar valores indevidos na negociação de Deyverson. A situação se intensifica, pois o Banco Inter, ligado a Menin, pode solicitar a prorrogação do prazo para apresentar sua defesa.
A expectativa agora gira em torno da postura do Banco Inter e como isso pode influenciar os próximos passos na disputa. O desfecho do caso pode ter repercussões que vão além do futebol, envolvendo o sistema financeiro e órgãos reguladores.
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