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Desemprego atinge 6,6% no tri até abril, a menor taxa histórica para o mês

Taxa de desemprego no Brasil atinge 6,6%, menor nível histórico, com queda na informalidade e aumento no rendimento real habitual.

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A taxa de desemprego no Brasil caiu para 6,6% no trimestre que terminou em abril, segundo o IBGE, o menor nível já registrado para esse período. Embora tenha havido um pequeno aumento em relação ao trimestre anterior, a quantidade de pessoas sem emprego diminuiu para 7,27 milhões, a menor desde 2014. A informalidade no trabalho também caiu, atingindo 37,9% da população ocupada, enquanto o número de trabalhadores com carteira assinada subiu para 39,6 milhões. O salário real habitual dos trabalhadores chegou a R$ 3.426, um novo recorde, e a massa de rendimento real habitual aumentou para R$ 349,4 bilhões. O crescimento na ocupação foi notado principalmente na administração pública, impulsionado pelo início do ano letivo, enquanto outros setores como indústria e comércio também mostraram aumento no número de trabalhadores. Esses dados refletem a situação do mercado de trabalho entre janeiro e março de 2025.

A taxa de desemprego no Brasil atingiu 6,6% no trimestre encerrado em abril, conforme dados do IBGE. Este é o menor nível histórico para o período, embora tenha havido um leve aumento em relação ao trimestre anterior, que registrou 6,5%. O resultado é o mais baixo desde o início da série histórica da Pnad Contínua, em 2012.

O número de pessoas desocupadas caiu para 7,27 milhões, o menor para meses de abril desde 2014. Em comparação ao mesmo período do ano passado, quando 8,2 milhões buscavam emprego, a situação melhorou. Apesar do aumento em relação ao trimestre anterior, a estabilidade nas taxas de desocupação sugere uma boa absorção de empregos temporários.

Informalidade e Rendimento

A informalidade no mercado de trabalho também apresentou queda, atingindo 37,9% da população ocupada. Este percentual é inferior ao registrado no trimestre anterior e no mesmo período do ano passado. O número de trabalhadores com carteira assinada subiu para 39,6 milhões, um aumento de 0,8% em relação ao trimestre anterior e de 3,8% em relação ao ano passado.

O salário real habitual dos trabalhadores alcançou R$ 3.426, superando o recorde anterior para o período. A massa de rendimento real habitual subiu para R$ 349,4 bilhões, refletindo a estabilidade no nível de ocupação e aumentos salariais pontuais.

Setores em Alta

A ocupação aumentou em apenas um setor: a administração pública, que inclui educação e saúde, devido ao início do ano letivo. Outras áreas, como indústria e comércio, também mostraram crescimento no número de trabalhadores. O analista da Pnad, William Kratochwill, destaca que a contratação de profissionais para suporte educacional impulsionou esse aumento.

Os dados do IBGE, que abrangem todo o território nacional, refletem a situação do mercado de trabalho entre janeiro e março de 2025. A pesquisa considera apenas aqueles que estão ativamente buscando emprego, excluindo quem não faz parte da força de trabalho.

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