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Resultados do 1º trimestre de 2025 mostram desempenho sólido em setores financeiros e de construção

Resultados do 1° trimestre de 2025 mostram 32% das empresas superando receitas, com construtoras e setor financeiro em destaque.

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A temporada de resultados do primeiro trimestre de 2025 foi considerada muito boa, com 32% das empresas superando as expectativas de receita e 33% em Ebtida, que é o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização. As construtoras de baixa renda e os setores financeiros se destacaram positivamente, enquanto empresas de bens de capital tiveram resultados ruins. Comparando com o mesmo período do ano passado, as empresas mostraram um crescimento de 16,4% na receita e 7,5% no Ebtida. Após essa temporada, a XP revisou para cima as projeções de lucro em tecnologia, comunicação e indústria, mas fez revisões para baixo em energia, consumo e materiais básicos devido a pressões do mercado.

A temporada de resultados do 1° trimestre de 2025 foi considerada “supersólida” por Felipe Veiga, estrategista de ações da XP. Em entrevista ao programa Morning Call, ele destacou que 32% das empresas superaram as estimativas de receita, enquanto 33% superaram as expectativas em Ebtida (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização).

Os dados da XP indicam que 26% das empresas ficaram abaixo das estimativas de receita e 12% em Ebtida. A análise revelou um cenário de mais surpresas positivas em comparação ao trimestre anterior. Setores como construtoras de baixa renda e financeiros se destacaram, enquanto empresas de bens de capital apresentaram resultados negativos.

Destaques Setoriais

Na comparação com o primeiro trimestre de 2024, as empresas sob cobertura da XP mostraram um crescimento robusto de 16,4% na receita e 7,5% no Ebtida. Setores cíclicos domésticos e commodities reportaram crescimento de receita em dois dígitos, conforme apontou Veiga.

Raphael Figueredo, que apresentou o programa, informou que a XP revisou para cima as projeções de lucro por ação nos segmentos de tecnologia, comunicação e indústria, que mostraram evolução. Em contrapartida, setores como energia, consumo discricionário e materiais básicos tiveram revisões para baixo devido à pressão de ciclicidade e commodities, em meio a temores de uma possível recessão global.

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