O Ministério da Fazenda informou que as renegociações de dívidas dos produtores rurais e o financiamento de capital de giro para cooperativas agropecuárias não vão gerar custos extras para o Tesouro. Esses custos serão compensados pela diminuição dos limites de crédito do Plano Safra 2024/2025 que não foram utilizados por algumas instituições financeiras. Além disso, o governo liberou um crédito suplementar de R$ 4,433 bilhões para operações de crédito, incluindo R$ 4,178 bilhões para o Plano Safra, que foram incorporados ao orçamento da União.
O Ministério da Fazenda anunciou, nesta quinta-feira, 29, que as renegociações de dívidas de produtores rurais e o financiamento de capital de giro para cooperativas agropecuárias não acarretarão custos adicionais ao Tesouro Nacional. A compensação será feita por meio da redução dos limites de crédito do Plano Safra 2024/2025.
O governo federal também liberou um crédito suplementar de R$ 4,433 bilhões para operações de crédito. Essa medida foi publicada em portaria do Ministério de Planejamento e Orçamento e visa fortalecer o orçamento de subvenção a operações oficiais de crédito.
De acordo com a nota do Ministério da Fazenda, os custos relacionados às renegociações e ao financiamento serão equilibrados pela diminuição dos limites de crédito equalizados que não foram utilizados por algumas instituições financeiras. Assim, não haverá aumento nos custos de equalização em relação ao que já estava previsto para a safra atual.
Além disso, o governo incorporou R$ 4,178 bilhões de crédito extraordinário para a suplementação do Plano Safra 2024/2025 ao orçamento da União. Também foram remanejados R$ 255 milhões adicionais para operações de crédito, reforçando o apoio ao setor agropecuário.
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