A Hydro, uma empresa norueguesa que produz alumínio, decidiu parar de usar barragens tradicionais para armazenar resíduos no Brasil. Essas barragens guardam rejeitos úmidos que se acumulam conforme a extração de minério avança. O novo método da Hydro envolve secar os resíduos em um grande reservatório e, depois, usar esses materiais para preencher buracos deixados na terra, que são chamados de “cavas”. Após o preenchimento, essas áreas serão reflorestadas.
A produtora de alumínio norueguesa Hydro anunciou a substituição do modelo convencional de barragens de rejeitos no Brasil. A mudança visa a adoção de um sistema que utiliza um reservatório horizontal para a secagem dos resíduos gerados pela extração mineral.
O novo método, que ocupa uma área equivalente a 280 campos de futebol, permite que os rejeitos sejam secos antes de serem utilizados para preencher as cavas, que são grandes perfurações no solo. Após o preenchimento, essas áreas serão reflorestadas, contribuindo para a recuperação ambiental.
A Hydro, que já opera no Brasil com barragens tradicionais, busca com essa inovação reduzir os riscos associados ao armazenamento de rejeitos úmidos. A empresa enfatiza que essa abordagem não só melhora a gestão dos resíduos, mas também promove a sustentabilidade ao restaurar áreas mineradas.
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