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IRB (Re) emite primeira letra de risco de seguro do Brasil no valor de R$ 33,7 milhões

IRB (Re) inova ao lançar a primeira Letra de Risco de Seguro do Brasil, captando R$ 33,7 milhões e ampliando opções de investimento.

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O IRB (Re) lançou a primeira Letra de Risco de Seguro (LRS) do Brasil, emitindo R$ 33,7 milhões por meio da sua subsidiária Andrina. Essa operação, feita em parceria com o Itaú, tem como objetivo transferir riscos de seguros para o mercado de capitais. As LRS permitem que seguradoras e resseguradoras repassem riscos altos, como catástrofes, para investidores, liberando capital e aumentando a capacidade de oferecer seguros. O CEO do IRB, Marcos Falcão, destacou que essa nova modalidade ajuda a diversificar as opções de investimento, pois esses títulos não são afetados por mudanças econômicas. A Andrina, que recebeu autorização para operar em 2024, busca expandir esse tipo de negócio, que já é comum em outros países.

O IRB (Re) lançou a primeira Letra de Risco de Seguro (LRS) do Brasil, emitindo R$ 33,7 milhões por meio da Andrina Sociedade Seguradora de Propósito Específico, sua subsidiária. A operação, estruturada com o Itaú, busca transferir riscos de seguros ao mercado de capitais.

A emissão das LRS representa uma nova modalidade de transferência de riscos no mercado local. Segundo o presidente do IRB (Re), Marcos Falcão, essa iniciativa permite que riscos do setor segurador sejam absorvidos pelo mercado financeiro. A operação envolve a securitização de riscos de seguro garantia de quatorze das maiores empresas com as quais a resseguradora está exposta.

As LRS foram autorizadas pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) em 2022, mas apenas agora o setor começa a testar o mercado. O superintendente de Produtos Estruturados do Itaú BBA, Fausto Morais, destacou que esses títulos atendem à demanda de fundos de investimento por opções descorrelacionadas de riscos e ciclos econômicos, oferecendo retorno superior aos títulos do governo.

Falcão enfatizou que a emissão das LRS amplia as fontes de capital para seguradoras e resseguradoras no Brasil, permitindo um aumento na capacidade do setor. As letras de risco de seguro, que são frequentemente utilizadas no exterior, têm potencial para fortalecer o mercado local e cumprir o papel social do setor, que é proteger a sociedade.

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