O atendimento presencial para aposentados e pensionistas do INSS que sofreram descontos indevidos começou nas agências dos Correios em todo o Brasil. Mais de 60 mil pessoas foram atendidas no primeiro dia, mas o sistema enfrentou instabilidades devido ao grande número de acessos. O governo anunciou que os ressarcimentos começarão em julho, priorizando aqueles que já contestaram os descontos. O presidente do INSS, Gilberto Waller Jr., afirmou que os primeiros pagamentos serão para quem já teve os valores devolvidos pelas associações. Até agora, 2,3 milhões de beneficiários relataram descontos não autorizados, com valores médios de R$ 48. O governo espera ressarcir todos até o final do ano, utilizando recursos do Tesouro Nacional, enquanto busca recuperar esses valores através da venda de bens das associações envolvidas nas fraudes. O atendimento nos Correios é uma opção para quem tem dificuldade com canais digitais, e os beneficiários podem também contestar os descontos pelo aplicativo Meu INSS ou pelo telefone 135.
O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) iniciou, nesta sexta-feira (30), o atendimento presencial para aposentados e pensionistas que sofreram descontos indevidos em seus benefícios. O serviço está disponível em mais de 5 mil agências dos Correios em todo o Brasil. O objetivo é permitir que os beneficiários consultem e contestem os descontos realizados por entidades associativas desde 2019.
O atendimento é gratuito e prioriza aqueles que já contestaram os débitos. No entanto, o sistema enfrentou instabilidades no início do dia, resultando em dificuldades para os segurados. Segundo os Correios, a sobrecarga no sistema foi causada pelo grande número de acessos. A instabilidade durou cerca de uma hora, mas o atendimento foi normalizado posteriormente.
O governo anunciou que o ressarcimento dos valores descontados começará em julho, com prioridade para quem já fez a contestação. O presidente do INSS, Gilberto Waller Jr., afirmou que os primeiros pagamentos serão destinados a quem já teve os valores devolvidos pelas associações. O pagamento não ocorrerá em junho, pois a folha do mês já foi fechada.
Até o momento, 2,3 milhões de beneficiários afirmaram que não autorizaram os descontos, que variam em média de R$ 20 a R$ 48. A expectativa é que o total a ser devolvido chegue a R$ 1 bilhão. O governo também planeja utilizar recursos do Tesouro Nacional para garantir o ressarcimento, mas espera recuperar esses valores por meio da venda de bens bloqueados das entidades envolvidas nas fraudes.
O atendimento presencial nos Correios é uma alternativa para aqueles que não têm familiaridade com os canais digitais. Os beneficiários podem também contestar os descontos pelo aplicativo Meu INSS ou pela central de atendimento 135. A separação dos canais visa prevenir fraudes e proteger os segurados mais vulneráveis.
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