Cerca de 70 pessoas participaram de uma competição na USP para resolver problemas do setor de energia no Brasil. O evento, promovido pelo Centro de Inovação para Transição Energética, contou com a participação de órgãos como ONS, EPE, CCEE e Aneel, além do apoio da Cosan. Os grupos competem por prêmios de R$ 5.000. A Aneel pediu soluções para identificar furtos de energia em áreas com alta criminalidade e infraestrutura precária, enquanto a CCEE busca simplificar o acesso ao mercado livre de energia, que atualmente é restrito a grandes consumidores. A EPE quer entender a contribuição da geração distribuída, como painéis solares, para o sistema elétrico, e o ONS investiga a relação entre temperatura e consumo de energia. Por fim, a Cosan busca formas de evitar vazamentos de gás e rastrear biometano. Os 15 grupos têm uma semana para apresentar suas soluções, e os vencedores serão escolhidos por uma banca de jurados.
Cerca de setenta pessoas participaram da competição organizada pela Universidade de São Paulo (USP) nesta sexta-feira, dia 30, para abordar desafios do setor de energia no Brasil. O evento, promovido pelo Centro de Inovação para Transição Energética (Etic), conta com a participação de órgãos como Operador Nacional do Sistema (ONS), Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) e Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), além do apoio financeiro da Cosan.
Os grupos competidores têm a chance de ganhar prêmios de R$ 5 mil ao apresentar soluções para problemas como furtos de energia e a simplificação do mercado livre. A Aneel foi a primeira a apresentar um desafio, focando na identificação de áreas com alta criminalidade e informalidade que dificultam o mapeamento de restrições operativas. O desafio se concentra na área de concessão da CPFL Piratininga, que atende a Baixada Santista.
A CCEE busca propostas para facilitar a abertura do mercado livre de energia, atualmente restrito a grandes consumidores. A medida provisória do governo federal, que deve entrar em vigor em dezembro de 2027, permitirá que todos os consumidores, incluindo pessoas físicas, escolham seus fornecedores de energia. A EPE deseja entender a contribuição da geração distribuída, como painéis solares, para o sistema elétrico, enquanto o ONS investiga a relação entre carga e temperatura para prever o consumo de energia.
Por fim, a Compass, subsidiária da Cosan, busca soluções para evitar o vazamento de gás e rastrear o biometano nos gasodutos. Os quinze grupos formados têm uma semana para desenvolver suas propostas, que serão apresentadas na próxima sexta-feira, dia 6. Uma banca de jurados escolherá os vencedores.
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