Nelson Tanure está tentando comprar a Braskem, a maior empresa petroquímica da América Latina, que está passando por uma crise financeira. Ele está em conversas com os bancos que emprestaram dinheiro para a empresa, mas não explicou de onde virá o dinheiro necessário para a compra. A situação da Braskem é complicada, pois suas notas de risco foram rebaixadas recentemente pelas agências Fitch e S&P, e a empresa tem uma dívida muito alta, que é 11 vezes maior que seu lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização.
A Braskem, maior empresa petroquímica da América Latina, enfrenta uma grave crise financeira. O endividamento elevado e o recente rebaixamento de suas notas de risco pelas agências Fitch e S&P agravam a situação.
Nelson Tanure está em negociações com bancos credores para adquirir a Braskem, mas não revelou a origem do suporte financeiro necessário para a compra. Essa falta de transparência gera dúvidas sobre a viabilidade da transação. A oferta de Tanure ocorre em um momento delicado para a empresa, que apresenta níveis recordes de alavancagem, com um endividamento de 11 vezes o EBITDA.
As agências de classificação de risco Fitch e S&P rebaixaram as notas da Braskem, refletindo a preocupação com sua saúde financeira. O cenário atual levanta questionamentos sobre a capacidade de Tanure de garantir os bilhões necessários para a aquisição.
A situação da Braskem é crítica, e a continuidade das negociações dependerá da capacidade de Tanure de esclarecer suas fontes de financiamento. O mercado observa atentamente os desdobramentos dessa negociação, que pode impactar significativamente o setor petroquímico na América Latina.
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