A Aura Minerals anunciou a compra da mina Mineração Serra Grande, que pertence à AngloGold Ashanti, por 76 milhões de dólares. Além desse valor, a empresa pagará 3% sobre os lucros futuros da mina. A mina fica em Crixás, Goiás, e possui várias minas subterrâneas e uma usina que processa até 1,5 milhão de toneladas por ano. Essa aquisição é um passo importante para a Aura, que já opera outras minas no Brasil. A transação deve ser finalizada até o quarto trimestre de 2025. Nos últimos 12 meses, as ações da Aura na B3 subiram 178%, impulsionadas pela alta do preço do ouro. A mina Serra Grande já produziu mais de 3 milhões de onças de ouro desde 1998, e a AngloGold estima que há 10,75 milhões de toneladas de recursos minerais medidos e indicados, além de mais 12,95 milhões de toneladas em recursos inferidos. A Aura ainda não confirmou esses números de acordo com os padrões canadenses. A compra será feita por uma subsidiária da Aura e depende de aprovações regulatórias e outras condições.
A Aura Minerals (AURA33) anunciou, nesta segunda-feira, 2 de junho de 2025, a aquisição da mina de ouro Mineração Serra Grande da AngloGold Ashanti por US$ 76 milhões. Além do valor inicial, a empresa pagará 3% sobre os retornos líquidos da produção futura da mina. A transação deve ser finalizada até o quarto trimestre de 2025.
Localizada em Crixás, no norte de Goiás, a mina possui três minas subterrâneas mecanizadas, uma mina a céu aberto e uma usina com capacidade de processamento de até 1,5 milhão de toneladas por ano. Essa aquisição representa um passo significativo na consolidação da Aura no Brasil, onde já opera com as minas Almas, Apoena e Borborema.
Nos últimos doze meses, os BDRs da Aura na B3 tiveram um crescimento de 178%, impulsionados pela alta do preço do ouro, que subiu quase 40% no mesmo período. A mina Serra Grande já produziu mais de 3 milhões de onças de ouro desde 1998, com um pico de 193 mil onças em 2006. Em 2024, a produção foi de 80 mil onças.
As estimativas da AngloGold indicam recursos minerais medidos e indicados de 10,75 milhões de toneladas, com teor médio de 3,14 g/t, totalizando 1,08 milhão de onças. Além disso, há 12,95 milhões de toneladas em recursos inferidos, com teor médio de 3,39 g/t, somando 1,4 milhão de onças. A Aura considera esses dados como “estimativas históricas” e ainda não realizou verificação conforme os padrões da NI 43-101, norma canadense de divulgação mineral.
A aquisição será feita por uma subsidiária integral da Aura e está sujeita a condições como a aprovação do CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) e a descaracterização de uma barragem desativada.
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