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Como escolher o orientador ideal para um pós-doutorado na academia

Escolher o PI certo é crucial para o sucesso na carreira acadêmica. Especialistas oferecem dicas valiosas para evitar armadilhas.

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Um pesquisador pós-doutoral teve dificuldades em dois empregos anteriores, onde não ficou claro quais projetos ele trabalharia e de onde vinha seu financiamento, o que o levou a deixar essas posições. Agora, em um novo cargo, ele aprecia a transparência do seu novo orientador, mas ainda luta para confiar nele. Especialistas sugerem que, para escolher o orientador certo, é importante refletir sobre o que se espera do pós-doutorado, como a produção de artigos ou experiência em ensino. Eles recomendam também entender o estilo de mentoria que se prefere e o ambiente do laboratório. Durante as entrevistas, é essencial fazer perguntas sobre os projetos e o financiamento, além de pedir documentos que comprovem o que foi discutido. Conversar com pós-doutorados atuais e anteriores pode ajudar a entender melhor a cultura do laboratório e como é a vida diária nele.

Um pesquisador pós-doutoral enfrenta desafios em sua nova posição, após experiências difíceis em dois empregos anteriores. Ele deixou ambas as funções devido à falta de clareza sobre projetos e financiamento. Agora, embora seu novo principal investigador (PI) seja transparente, ele ainda luta para confiar.

Especialistas em carreiras acadêmicas oferecem orientações sobre como escolher o PI adequado. A primeira recomendação é a auto-reflexão. LaShan Hendrix, engenheira biomédica, sugere que os pesquisadores identifiquem suas metas, como publicação de artigos ou experiência em ensino. Além disso, é importante considerar o estilo de mentoria desejado.

A comunicação clara é essencial. Emma Williams, fundadora da Nerd Coach, destaca que o processo de entrevista deve ser uma via de mão dupla. Os candidatos devem questionar os PIs sobre projetos em andamento e a origem do financiamento. Williams recomenda solicitar documentação escrita sobre o projeto e o financiamento.

Outro ponto importante é investigar a permanência de outros pesquisadores no laboratório. Se a maioria dos postdocs sair em menos de seis meses, isso pode ser um sinal de alerta. Hendrix também aconselha a discutir quais ideias de pesquisa poderão ser levadas para futuras posições, evitando conflitos de interesse.

Por fim, é crucial conversar com postdocs atuais e anteriores para entender a cultura do laboratório. Claartje van Sijl, especialista em coaching acadêmico, sugere que os candidatos façam perguntas sobre a dinâmica do grupo e o que funcionou ou não em suas experiências. Essas informações podem ser decisivas na escolha do PI certo.

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