A OnlyFans, uma plataforma de conteúdo adulto, foi avaliada em US$ 8 bilhões e teve uma receita de US$ 1,8 bilhão em 2024. A empresa se destaca pela alta receita por empregado, que é de US$ 37,6 milhões, superando grandes nomes como YouTube e Apple. Enquanto o YouTube gera US$ 7,6 milhões por funcionário, a OnlyFans se torna a segunda mais eficiente em receita por trabalhador no setor de tecnologia, atrás apenas da Tether. A OnlyFans, que cresceu 1.660% em cinco anos, está em negociações para ser vendida e pode considerar abrir seu capital no futuro. Além de conteúdo adulto, a plataforma também abriga criadores de quadrinhos e música. O sucesso da OnlyFans gerou muitos memes nas redes sociais, com usuários brincando sobre sua lucratividade e a monetização de conteúdos inusitados.
A plataforma de conteúdo adulto OnlyFans, fundada em 2016, alcançou uma avaliação de US$ 8 bilhões e uma receita anual de US$ 1,8 bilhão em 2024. A empresa se destaca pela receita por empregado, que chega a US$ 37,6 milhões, superando gigantes como YouTube e Apple.
Com uma margem de lucro de 49%, a OnlyFans se posiciona como a segunda empresa mais eficiente em termos de receita por funcionário no setor de tecnologia. O YouTube gera US$ 7,6 milhões por empregado, enquanto o Instagram fica com US$ 2,5 milhões. Outras plataformas, como Twitch e TikTok, apresentam números ainda menores, com US$ 2 milhões e US$ 600 mil, respectivamente. A única empresa que supera a OnlyFans nesse aspecto é a Tether, com US$ 83 milhões por trabalhador.
Futuro da OnlyFans
A OnlyFans está em negociações para uma possível venda a um grupo de investidores e há especulações sobre uma oferta pública inicial (IPO). Desde sua fundação, a empresa teve um crescimento de receita de 1.660% em cinco anos. Além de conteúdo adulto, a plataforma abriga criadores de quadrinhos e música, ampliando seu alcance.
O sucesso da OnlyFans gerou uma série de memes nas redes sociais, com usuários comentando sobre a lucratividade do negócio. Muitos lamentaram não ter aproveitado a oportunidade, enquanto outros zombaram da ideia de monetizar conteúdos como “fotos de pés”. O debate sobre a monetização da *luxúria masculina* também ganhou destaque, com a plataforma sendo vista como uma oportunidade única no mercado digital.
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