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Companhias aéreas investem em meteorologia para enfrentar mudanças climáticas

Companhias aéreas brasileiras investem em meteorologia para enfrentar mudanças climáticas e evitar surpresas em voos.

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Companhias aéreas brasileiras, como Gol, Azul e Latam, estão investindo em meteorologistas e tecnologia para melhorar as previsões do tempo e evitar problemas causados por mudanças climáticas. Recentemente, uma tempestade em São Paulo causou alterações em 16 voos de uma companhia, que precisaram desviar para outros aeroportos. Para evitar surpresas como essa, as empresas estão criando suas próprias análises meteorológicas, além de contar com o apoio do Cimaer, que faz previsões para a aviação. A Azul tem uma equipe de meteorologia que trabalha 24 horas, enquanto a Latam e a Gol também contrataram especialistas para ajudar no planejamento das operações. Esses investimentos são importantes para lidar com fenômenos climáticos que podem afetar a segurança e a eficiência dos voos, como tempestades e temperaturas extremas, que podem danificar pistas e aumentar a turbulência. A Aeronáutica está expandindo a rede de sensores meteorológicos e buscando adaptar práticas internacionais à realidade do Brasil, visando otimizar rotas e reduzir o consumo de combustível.

As mudanças climáticas têm afetado a aviação, levando companhias aéreas brasileiras a investir em meteorologistas e tecnologia para melhorar previsões. O objetivo é aumentar a segurança e a eficiência operacional diante de eventos climáticos extremos.

Recentemente, uma tempestade em São Paulo causou a alteração de dezesseis voos de uma companhia aérea, que não puderam pousar nos aeroportos de Congonhas e Guarulhos. Para evitar surpresas como essa, empresas como Gol, Azul e Latam estão aprimorando suas análises meteorológicas. O Centro Integrado de Meteorologia Aeronáutica (Cimaer) e o Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea) fornecem previsões, mas as companhias buscam informações mais precisas.

A Azul mantém uma célula de meteorologia em seu Centro de Controle de Operações (CCO) em Barueri, que opera vinte e quatro horas desde 2020. A Latam contratou um meteorologista em Santiago em 2021, enquanto a Gol fez o mesmo em fevereiro de 2025. A meteorologista Daniela Freitas ajuda a definir estratégias, como o aumento de combustível para aguardar a melhora do tempo.

Impactos das Mudanças Climáticas

A Associação do Transporte Aéreo Internacional (Iata) destaca que os fenômenos climáticos estão impactando o planejamento das companhias. Freitas afirma que informações mais refinadas são essenciais para a operação. A Azul também reconhece a necessidade de investimento em recursos de previsão e treinamento contínuo.

Além de afetar o planejamento, as mudanças climáticas podem danificar aeroportos e aeronaves. Temperaturas extremas podem deteriorar pistas e aumentar a turbulência, criando desafios significativos para a aviação. A Aeronáutica está expandindo a rede de sensores meteorológicos e adaptando práticas internacionais à realidade brasileira.

Com um monitor de mapa meteorológico em seu CCO, Freitas já se prepara para as condições climáticas das próximas férias de inverno. As empresas reconhecem a importância de contar com profissionais especializados para tomar decisões informadas.

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